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Publicação

Julião Sarmento ou a virtualidade do desejo

dc.contributor.authorMarques, Bruno
dc.contributor.authorOliveira, José
dc.contributor.institutionInstituto de História da Arte (IHA)
dc.contributor.institutionDepartamento de História da Arte (DHA)
dc.coverage.spatialLisboa
dc.date.accessioned2026-01-14T19:39:46Z
dc.date.available2026-01-14T19:39:46Z
dc.date.issued2016
dc.descriptionUID/PAM/00417/2013
dc.description.abstractA representação Portuguesa na Bienal de Veneza de 1997, foi o mote para a apresentação da série Casanova de Julião Sarmento, que incluía um conjunto de pinturas especificamente concebidas para os espaços do Palazzo Vendramin ai Carmini (Pavilhão Português) – o que prolongava o seu ciclo das “Pinturas Brancas” (iniciado em 1990) –, e uma obra particular, Untitled – que usava um meio tecnológico inédito no quadro da obra deste artista: numa sala obscurecida flutuava um corpo de uma bailarina sem cabeça e em repouso formado, sem matéria palpável, pelos feixes luminosos de um holograma. - De que forma a invocação do célebre libertino de Veneza – que viveu durante cinco anos encarcerado nas masmorras do Palácio Ducal daquela cidade – serve a Sarmento para inquirir o diferimento e a impossibilidade apensa ao trabalho passional como operação maníaca e monológica do imaginário (i. e., em situação de isolamento, vivenciado como karma feito de um encantamento simultaneamente utópico e trágico); - Como pode ser entendida a tensão entre “pintura” e “desenho”, “materialidade” e “virtualidade”, “sensação” e “conceito” no âmbito das Pinturas Brancas; - Como podemos articular, não a imagem do objecto de desejo, mas antes a sua ideia, com a busca pela condição genérica, arquetípica e fantasmática da mulher ideal; - De que forma o holograma Untitled é mencionado tanto pela crítica nacional como internacional, e qual o relevo que lhe é conferido, no sentido de perceber a sensibilidade dos críticos de arte à introdução de uma tecnologia claramente atípica no contexto do mainstream da arte contemporânea; - Que questões estruturantes no âmbito do “digital” podem ajudar a enquadrar o holograma de Sarmento, e que diálogos podem ser estabelecidos entre este e artistas de referência que trabalham nesse universo.en
dc.description.versionpublishersversion
dc.description.versionpublished
dc.format.extent19
dc.format.extent1757787
dc.identifier.isbn9789899850361
dc.identifier.isbn978-85-441-0493-4
dc.identifier.otherPURE: 110567496
dc.identifier.otherPURE UUID: 3f3f52e5-93d5-4684-a56a-7dbd31842627
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/199152
dc.language.isopor
dc.peerreviewedno
dc.publisherUnyleya | Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens (CECL)
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/6817 - DCRRNI ID/UID%2FPAM%2F00417%
dc.relation2F2013/PT
dc.titleJulião Sarmento ou a virtualidade do desejopt
dc.title.subtitledo ‘desenho-pintura’ ao hologramapt
dc.typebook part
degois.publication.firstPage277
degois.publication.lastPage295
degois.publication.titleTecnologias Culturais e Artes dos Media
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccess

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Nome:
Juli_o_Sarmento_ou_a_virtualidade_do_desejo_do_desenho-pintura_ao_holograma.pdf
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