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Publicação

‘É uma coisa que corre na minha família, se a casa estiver vazia, temos que a encher de som’

dc.contributor.authorPorfirio, João Francisco
dc.contributor.institutionCentro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)
dc.date.accessioned2020-07-27T22:26:29Z
dc.date.available2020-07-27T22:26:29Z
dc.date.issued2019
dc.descriptionUID/EAT/00693/2019 SFRH/BD/136264/2018
dc.description.abstractNesta comunicação abordo a forma como o ambiente sonoro doméstico, pode ser visto como um elemento do património familiar. Tenho como campo de estudo o quotidiano doméstico visto como um elemento de produção de cultura (Certeau 1998), construído a partir de um conjunto de rotinas, que se desenrolam entre objetos e materiais que constroem o cenário onde ocorre a encenação desse mesmo quotidiano (Goffman 2002). A luz, a temperatura, o design dos objetos e a música são alguns dos elementos que colaboram na construção do ambiente de um espaço (DeNora 2004) e são manipulados de acordo com aquilo que consideramos ser a nossa identidade (Bauman 2005; Cozier 1997; Goffman 2002; Hall 2003). O recurso à difusão de música para manipular o ambiente sonoro doméstico é comum, porém o reportório que escolhemos, bem como a forma e os instrumentos de mediação utilizados são diferentes. A principal hipótese desta comunicação é a de que as práticas, os objetos e os materiais que utilizamos na manipulação do nosso ambiente sonoro doméstico são adquiridos e aprendidos com os nossos progenitores (DeNora 2004; Nowak 2016; Porfírio 2017), acabando estas práticas, tal como os bens materiais que herdamos, por fazer parte do nosso património familiar. Para este fim, tenho como base a ideia de património cultural como um veículo de expressão e construção da identidade cultural de um grupo (Blake 2000; Brandallero et al. 2014; Cohen et al. 2015; Graham e Howard 2008), neste caso a família. Em termos metodológicos, a partir de uma abordagem que se inscreve nas premissas da etnografia sensorial, experienciei de forma crítica o quotidiano doméstico de quatro pessoas, tendo o som como fio condutor. Analiso estes quatro estudos de caso para demonstrar como a manipulação do seu ambiente sonoro doméstico pode ser visto como parte do património cultural familiar.en
dc.description.versionpublishersversion
dc.description.versionpublished
dc.format.extent2
dc.format.extent344207
dc.identifier.otherPURE: 16373158
dc.identifier.otherPURE UUID: f81ad104-45ac-400c-9dd2-175413afbcc9
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/101539
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147237/PT
dc.subjectpaisagem sonora doméstica
dc.subjectpatrimónio familiar
dc.subjectquotidiano
dc.title‘É uma coisa que corre na minha família, se a casa estiver vazia, temos que a encher de som’pt
dc.title.subtitleo ambiente sonoro doméstico como património cultural familiarpt
dc.typeconference object
degois.publication.firstPage37
degois.publication.issueI
degois.publication.lastPage38
degois.publication.titleI Encontro Internacional de Investigação de Estudantes em Música e Musicologia
dspace.entity.typePublication
oaire.awardNumberUID/EAT/00693/2013
oaire.awardURIinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/UID%2FEAT%2F00693%2F2013/PT
oaire.fundingStream5876
project.funder.identifierhttp://doi.org/10.13039/501100001871
project.funder.nameFundação para a Ciência e a Tecnologia
rcaap.rightsopenAccess
relation.isProjectOfPublicationaa98aa3a-2ca2-49e4-a18a-d41db096ad35
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