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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O Retrato de D. João I é um caso típico de obra indocumentada cujo destino português,
como
noutros
casos, tem
sido marcado
por uma “fortuna
crítica” tímida de
perspicazes
cometimentos
analíticos
face
à
peça
mas
plena
de
conjecturas
e
palpites
gratuitos
principalmente
em
termos
autorais
e
cronológicos.
O
que
proponho
é
uma
breve
revisão
das
contradições
e
subjectividades
metodológicas
desses
exercícios
historiográficos
e
uma
abordagem
da
pintura
segundo
aquilo
que
nela
efectivamente
se
vê,
no
verso
e
no
reverso
do
painel.
Para
além
disso,
contribuir
ainda
para
um
aprofundamento
do
conhecimento
do
seu
processo
criativo
através
do
que
nela
só
se
vê
através
de
exames
fotográficos
à
radiação
infravermelha.
Os
novos
dados
e
argumentos
creio
que
hipotecam
a
possibilidade
de
a
obra
ser
tão
cronologicamente
recuada
como
geralmente
se
tem
dito
e
fragilizam
também
a
sua
usual
consideração
como
pintura
executada
em Portugal.
•
Descrição
Revista do IHA, N.5 (2008), pp.66-75
Palavras-chave
Retrato D. João I Aljubarrota Cópia
Contexto Educativo
Citação
Editora
Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
