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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Ainda digerindo o sucesso do seu romance «histórico» Um deus
passeando pela brisa da tarde, Mário de Carvalho publica um «divertimento
» de uma actualidade que se quer total em tomo de um protagonista
que, vencido da vida, termina alistando-se no PCP como modo de
se reencontrar consigo próprio e, talvez, com os outros. A questão a
colocar é a seguinte: que mundo é este em que obter o cartão de
militante do Partido Comunista é o bálsamo possível para as dores e
fmstrações de um português de meia-idade? Não é contudo a essa que
nos propomos responder, antes a uma mais modesta mas mais ao
alcance das nossas virtudes: quais as motivações do protagonista?
Descrição
pp. 201-207
