Publicação
Viabilidade Económica do Autoconsumo de Energia Fotovoltaica no Setor Não Residencial
| datacite.subject.fos | Engenharia e Tecnologia::Engenharia Eletrotécnica, Eletrónica e Informática | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Melo, João | |
| dc.contributor.advisor | Pronto, Anabela | |
| dc.contributor.author | Maleitas, Pedro Filipe Horta | |
| dc.date.accessioned | 2018-01-10T10:41:53Z | |
| dc.date.available | 2018-01-10T10:41:53Z | |
| dc.date.issued | 2015-11 | |
| dc.date.submitted | 2015 | |
| dc.description.abstract | A descida de preços da tecnologia solar fotovoltaica conjugada com o aumento do preço da eletricidade, levou a que diversos países atingissem a paridade com a rede – momento em que o custo de produzir energia é inferior ao custo de comprar à rede. Nesse sentido, o autoconsumo e o net metering surgem como as alternativas que melhor se ajustam a esta mudança de paradigma, uma vez que a sua viabilidade económica não depende de qualquer tipo de incentivo financeiro. O Decreto-Lei n.º 153/2014 estabelece o regime jurídico aplicável à produção descentralizada de eletricidade para autoconsumo na instalação de utilização associada à respetiva unidade produtora, designada por Unidade de Produção para Autoconsumo – UPAC. Nesse sentido, esta dissertação teve como principal objetivo a avaliação da viabilidade económica do autoconsumo de energia solar fotovoltaica em Portugal, mais especificamente no setor não residencial. Para tal, foram analisados cinco casos de estudo: universidade, indústria, instituição social, comércio e restaurante. E através dos indicadores económicos obtidos, nomeadamente, Valor Atual Líquido, Taxa Interna de Rentabilidade, Período de Recuperação Atualizado, Retorno sobre o Investimento e Levelized Cost of Energy, extrapolaram-se conclusões para empresas de outros setores com perfis de consumo semelhantes aos dos casos de estudo analisados. Dos resultados obtidos, concluiu-se que para as empresas que têm área disponível e consumos relevantes de energia no período diurno, a opção de investir numa UPAC pode reduzir até 50% a sua fatura de eletricidade. A viabilidade económica dos projetos aumenta substancialmente nas empresas abastecidas em Baixa Tensão Especial ou Média Tensão, com taxas internas de rentabilidade que podem chegar até aos 22% e com períodos de recuperação do investimento de 6 a 9 anos, dependendo a sua viabilidade, em grande parte, da regularidade dos consumos, do rácio de autoconsumo passível de ser obtido e do valor do investimento inicial. Concluiu-se, também, que o Valor Atual Líquido é o indicador que melhor serve os interesses do investidor, uma vez que a variação da Taxa Interna de Rentabilidade e dos restantes indicadores é pouco significativa para potências instaladas inferiores à potência solicitada pela instalação de consumo. | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10362/27883 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | energias renováveis | pt_PT |
| dc.subject | paridade da rede | pt_PT |
| dc.subject | fotovoltaico | pt_PT |
| dc.subject | autoconsumo | pt_PT |
| dc.subject | viabilidade económica | pt_PT |
| dc.title | Viabilidade Económica do Autoconsumo de Energia Fotovoltaica no Setor Não Residencial | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestre em Energias Renováveis – Conversão Elétrica e Utilização Sustentáveis | pt_PT |
