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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Muitos especialistas referem que a autoeficácia se reflete na qualidade do desempenho e aprendizagem. Baixos níveis de autoeficácia podem resultar em sentimentos depressivos, baixa autoestima, pensamentos pessimistas, e ansiedade. Bons níveis de autoeficácia favorecem a aprendizagem, o desempenho, melhoram a motivação, a resiliência, a saúde. Este estudo teve como objetivo construir e validar uma escala, que permita analisar a autoeficácia e fontes de autoeficácia que podem influenciar as crenças dos alunos de música clássica. Com recurso a um painel Delphi composto por cinco especialistas, elaboraram-se os itens da escala. A escala resultante, composta por 22 itens, baseou-se na escala da autoeficácia geral de Ralf Schwarzer e Matthias Jerusalem, e nas quatro fontes de autoeficácia de Albert Bandura. A escala foi administrada a 150 participantes, alunos de várias classes de instrumentos e canto, que frequentam instituições de ensino politécnico e universitário em Portugal. As análises estatísticas demonstraram boa confiabilidade. Podemos considerar a escala elaborada um instrumento útil para avaliar os níveis de autoeficácia e as fontes de autoeficácia que influenciam as crenças dos músicos.
Descrição
UIDB/00693/2020
UIDP/00693/2020
Palavras-chave
Escalas Autoeficácia Músicos Alunos Performance Scales Self-efficacy Musicians Students
