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O Grupo Pró-Évora e o curso de Arqueologia de 1968

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Orientador(es)

Resumo(s)

O Grupo Pró-Évora (GPÉ) tem um longo histórico de ligação à Associação dos Arqueólogos Portugueses (AAP), desde a sua fundação, em 1919, seguindo, no fundo, a tradição Oitocentista de membros da AAP residentes em Évora ou, não sendo aqui residentes, possuíam fortes conexões à cidade, nomeadamente por via profissional. Decorridas várias décadas, o GPÉ dirige-se, a 3 de abril de 1968, à Presidência da Junta Distrital de Évora, com uma série de propostas de atividades destinadas a não «afrouxar a sua ação». Entre elas, constam pequenos cursos de arqueologia. As informações incluídas nesta missiva dão-nos conta de vários pormenores, nomeadamente quanto ao entendimento de ‘arqueologia’, aos conteúdos contemplados, formadores indicados e da ‘ciência cidadã’ avant la lettre.

Descrição

UIDB/04209/2020 UIDP/04209/2020

Palavras-chave

Évora Grupo Pró-Évora Curso de Arqueologia História da Arqueologia Ciência Cidadã

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Associação dos Arqueólogos Portugueses/CEAACP/CEIS20/IA-FLUC

Licença CC