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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Em 1569, Catarina de Orta foi condenada a ser relaxada à justiça secular pela Inquisição de Goa, depois de um conturbado processo, pleno de declarações contraditórias e de revogações por parte da ré. Neste artigo, procuraremos examinar as declarações produzidas em Goa sobre o decurso da sua vida, propondo uma análise destinada, não a apreender a veracidade das mesmas, mas a identificar referentes de impacto emocional, marcadores da sua memória a partir dos quais traçar uma leitura biográfica desta cristã-nova natural de Castelo de Vide.
Descrição
UID/HIS/04666/2013
Palavras-chave
Catarina de Orta Tempo Memória Judaísmo Inquisição de Goa
