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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Ao longo da Idade Média e da Idade Moderna, a construção e a conservação da memória das famílias apoiaram-se, entre outros factores, nas respectivas armas, ou seja, nos emblemas usados para sua identificação conforme um código visual comummente conhecido e respeitado. Desde cedo se procurou dotar tais emblemas de uma natureza fixa e hereditária, pelo que a consciência linhagística encontrava neles uma forma privilegiada de expressão e manutenção. A presente comunicação pretende reflectir sobre a diversidade de formas de que se reveste a presença de elementos heráldicos nos arquivos de família, e bem assim sobre os usos e interesses de que tais elementos se revestem, hoje em dia, quer para os seus detentores, quer para os historiadores. Propõe-se, assim, uma classificação deste género de presença conforme a sua tipologia (cartas de armas, armoriais, tratados de armaria, selos e matrizes sigilares, anéis, árvores ou obras genealógicas armoriadas, etc.), mas também em função do papel que desempenharam para as famílias detentoras e bem assim do interesse de que se podem revestir para os investigadores.
Descrição
Palavras-chave
Heráldica Família Arquivos Memória Património Identidade
Contexto Educativo
Citação
Editora
IEM - Instituto de Estudos Medievais e CHAM - Centro de História d'Aquém e d'Além Mar, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade NOVA de Lisboa, Caminhos Romanos
