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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O aumento da capacidade de processamento dos sistemas de negociação, em grande parte reflexo do desenvolvimento tecnológico verificado na última década, transformou a negociação no mercado de instrumentos financeiros, sendo que actualmente volumes gigantescos de dados de negociação e o high frequency trading (HFT) são fenómenos indissociáveis.
Nesta nova realidade, onde decisões de investimento passam a estar suportadas em algoritmos electrónicos em detrimento da acção humana, a indústria, as sociedades gestoras de sistema e plataformas e os reguladores europeus, discutem a necessidade de estabelecer, ou não, limites à utilização do HFT.
Neste confronto entre vantagens e desvantagens, entre o permitir e o regular, é necessário conciliar a liquidez, a regularidade de funcionamento e a confiança dos investidores num meio ambiente envolvente que funciona à velocidade da luz, onde o controlo do risco e a detecção de situações de abuso de mercado colocam novos desafios a todos os participantes no mercado. As recomendações da Organização Internacional das Comissões de Valores (IOSCO) publicadas em Outubro de 2011 traduzem de forma inequívoca esta preocupação.
Descrição
Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Estatística e Gestão da Informação
Palavras-chave
High Frequency Trading High Frequency Trader Redes neuronais Self-Organizing Map Segmentação Euronext Lisbon
