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Publicação

I feel safe doing it!: prevalence, risk perception, and motives for risky driving in Portugal

dc.contributor.authorDuarte, Ana Patrícia
dc.contributor.authorMouro, Carla
dc.date.accessioned2021-03-05T12:52:57Z
dc.date.available2021-03-05T12:52:57Z
dc.date.issued2019-05
dc.description.abstractABSTRACT - Introduction: Road traffic injuries are among the top 10 causes of death and thus a major public health issue worldwide. Consistent differences between countries in the European Union justify a closer examination of the problem at a national level. The present study focused on identifying the socio-psychological factors behind risky driving, which can help interventions more successfully foster safer driving practices in Portugal. More specifically, this research analysed the prevalence of self-reported risky driving behaviours and their association with perceived risks to establish whether this relationship differs across risk-taking practices. The study also examined drivers’ motives for taking risks. Methods: A telephone survey about road safety collected responses from 635 adult drivers. The respondents provided sociodemographic information so comparisons could be made between groups of drivers based on age, gender, and frequency of driving. Results: The risky driving practices most frequently reported by Portuguese drivers were speeding and disregarding the need for rest breaks. The respondents also evaluated these two practices as the least risky, suggesting that drivers minimise their personal risk of traffic accidents. The most frequently mentioned motives for risky driving were a perceived control over vehicles and road conditions. Male, younger, and everyday drivers have higher risk profiles since they reported engaging in risky driving practices more often and perceiving these behaviours as less risky. Conclusion: Portuguese drivers reported engaging consistently in risky driving practices, while evaluating their risk as moderate and their control over driving conditions as high. This contextualised understanding of factors that strengthen the likelihood of risky driving can help facilitate tailor-made interventions to reduce Portuguese drivers’ unrealistic perceptions of control and invulnerability, thereby ensuring safer roads.pt_PT
dc.description.abstractRESUMO - Introdução: A sinistralidade rodoviária encontra-se entre as 10 principais causas de morte, constituindo um problema de saúde pública ao nível mundial. A existência de diferenças consistentes nos níveis de sinistralidade rodoviária entre países na União Europeia justifica uma análise aprofundada do problema a nível nacional. Este estudo focou-se na identificação de fatores psicossociais subjacentes à condução de risco que podem ajudar as intervenções a promover práticas de condução mais seguras em Portugal. Mais especificamente, esta pesquisa analisou a prevalência de comportamentos auto-relatados de condução de risco e a sua associação aos riscos percebidos para estabelecer se esta relação difere consoante os comportamentos examinados. Este estudo também analisou os motivos para a adesão a comportamentos de risco. Método: Realizou-se um inquérito telefónico sobre segurança rodoviária a 635 condutores adultos. Os dados sociodemográficos fornecidos pelos respondentes foram utilizados para realizar comparações entre grupos de condutores com base na idade, no género e na frequência de condução. Resultados: As práticas de conduções de risco mais frequentemente reportadas pelos condutores portugueses foram o circular com excesso de velocidade e a não observância de períodos de descanso. Os respondentes avaliaram estas práticas como sendo as menos arriscadas, o que sugere que os condutores minimizam o seu risco pessoal de acidentes rodoviários. Os motivos mais frequentemente mencionados para comportamentos de condução de risco foram o controlo percebido sobre os veículos e as condições da rodovia. Os condutores do género masculino, os mais jovens e os que conduzem todos os dias apresentaram perfis de risco mais elevado. Estes indivíduos reportaram envolver-se mais frequentemente em práticas de risco e percecionam as mesmas como menos arriscadas. Conclusão: Os condutores portugueses reportam envolver-se frequentemente em práticas de condução de risco, que avaliam como tendo um risco moderado, enquanto consideram o seu controlo pessoal sobre as condições de condução como elevado. Este conhecimento contextualizado de fatores que aumentam a probabilidade de condução de risco pode ajudar a facilitar intervenções mais ajustadas ao contexto nacional que reduzam as perceções irrealistas de controlo e de invulnerabilidade, assegurando assim estradas mais seguras.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationDuarte, Ana Patrícia; Mouro, Carla - I feel safe doing it!: prevalence, risk perception, and motives for risky driving in Portugal = Sinto-me seguro a fazê-lo!: prevalência, perceção de risco e motivos para a condução de risco em Portugal. Portuguese Journal of Public Health. ISSN 2504-3137. Vol. 37, Nº 2-3 (Maio/Dezembro 2019), p. 82-90pt_PT
dc.identifier.doi10.1159/000505998pt_PT
dc.identifier.issn2504-3137
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/113172
dc.language.isoengpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherUniversidade Nova de Lisboa, Escola Nacional de Saúde Públicapt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_PT
dc.subjectRisky driving behaviourpt_PT
dc.subjectRisk perceptionpt_PT
dc.subjectMotivept_PT
dc.subjectPerceived controlpt_PT
dc.subjectComportamentos de risco na conduçãopt_PT
dc.subjectPerceção de riscopt_PT
dc.subjectMotivopt_PT
dc.subjectControlo percebidopt_PT
dc.titleI feel safe doing it!: prevalence, risk perception, and motives for risky driving in Portugalpt_PT
dc.title.alternativeSinto-me seguro a fazê-lo!: prevalência, perceção de risco e motivos para a condução de risco em Portugalpt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapt_PT
oaire.citation.endPage90pt_PT
oaire.citation.issue2-3pt_PT
oaire.citation.startPage82pt_PT
oaire.citation.titlePortuguese Journal of Public Healthpt_PT
oaire.citation.volume37pt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT

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