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Publicação

cartografia de risco de cheia: análise comparativa de cartografia de cheia para a cidade de tavira

dc.contributor.advisorSeixas, Júlia
dc.contributor.advisorSá, Luís
dc.contributor.authorSantos, Elodie Savasta Dos
dc.date.accessioned2011-12-28T15:12:04Z
dc.date.available2011-12-28T15:12:04Z
dc.date.issued2011
dc.descriptionDissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia do Ambiente, perfil de Gestão e Sistemas Ambientaisen_US
dc.description.abstractNa presente dissertação desenvolveu-se um trabalho de investigação comparando diferentes metodologias de elaboração de cartografia de risco de cheia, para a cidade de Tavira, uma área propensa a cheia. Devido ao facto de se encontrar segundo o LNEC, numa zona de risco de cheia com ponto crítico no rio Gilão, que passa pela cidade de Tavira, desenvolveu-se as cartas de risco de cheia para a zona, recorrendo a ferramentas de detecção remota e sistema de informação geográfica (SIG). A análise do risco de cheia implica a avaliação dos factores que nele intervém, ou seja, o perigo de cheia e a vulnerabilidade face a esse fenómeno. Devem, portanto, ser analisadas as características físicas do meio aquático, da planície de cheia e os habitats associados e as características sócioeconómicas da ocupação da planície de cheia. A análise da tipologia das cheias envolve, em primeiro lugar, a distinção da origem da cheia (fluvial ou marítima) e posteriormente, a consideração de quatro características fundamentais: a dimensão ou área da bacia hidrográfica; tipo de ocorrência meteorológica; tipo de vale que é inundável; factores sócio-económicos (ICN, 2002). A cartografia de risco procura identificar e localizar convenientemente os perigos que afectam o território, permitindo proceder ao adequado enquadramento das dinâmicas naturais e tecnológicas com tradução territorial e que hoje podem ser integradas em múltiplos conjuntos de dados espaciais nos SIG. A elaboração de cartografia de risco de cheia foi aplicada à freguesia de Santa Maria (cidade de Tavira). Esta análise é relevante para a elaboração do Plano de Emergência de Cheias para o concelho de Tavira, permitindo o desenvolvimento de medidas de planeamento de emergência e de ordenamento do território, de forma a minimizar o risco para as populações, bens e ambiente. Depois de realizada a identificação e caracterização dos riscos e localizadas as áreas expostas a eventos extremos, sobretudo onde podem manifestar-se com gravidade elevada, é possível definir as melhores estratégias de resposta a catástrofes ou acidentes graves, testar a eficácia dos meios e recursos existentes, perceber os constrangimentos físicos e funcionais à mobilidade e encontrar alternativas de gestão integrada de elevada importância para a elaboração de carta de zonas inundáveis. A realização de cartografia de risco de cheia foi desenvolvida a partir da junção da carta de probabilidade de ocorrência de cheia para períodos de retorno de 10 e 100 anos com a carta de vulnerabilidade que foi contabilizada a partir de pesos diferentes conforme o grau de importância no território. Assim, desenvolveram-se duas cartas de classe de probabilidade de ocorrência de risco de cheia e duas cartas de classe de vulnerabilidade de risco de cheia. Foram aplicadas duas metodologias distintas para a elaboração das classes de probabilidade: a metodologia da Universidade do Algarve, denominada UA e a metodologia desenvolvida com a equipa do Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS), da Autoridade Nacional de Protecção civil, denominada ANPCP e foram aplicadas duas metodologias distintas para a classe de vulnerabilidade: a metodologia UA e a metodologia ANPCV. Os resultados obtidos demonstram que a carta de classe de probabilidade de ocorrência de cheia é importante na construção da carta de risco de cheia, pois delimita a área atingida pela cheia para os períodos de retorno de 10 e 100 anos, sendo de elevada importância para a carta de risco de cheia. A metodologia ANPCP face à metodologia UA utiliza a variável a altura de cheia associada ao período de retorno. As cartas de classe de vulnerabilidade utilizadas divergem devido ao número de indicadores utilizados e à importância dada para cada um deles. Assim, concluí-se que a escolha das cartas de classe de probabilidade e vulnerabilidade são determinantes para a construção da carta de classe de risco de cheia. A carta de risco de cheia que melhor se adequa ao caso de estudo é a que resulta da metodologia ANPCR3.en_US
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/6574
dc.language.isoporen_US
dc.publisherFaculdade de Ciências e Tecnologiaen_US
dc.subjectCidade de Taviraen_US
dc.subjectCarta de risco de cheiaen_US
dc.subjectVulnerabilidadeen_US
dc.subjectProbabilidade e SIGen_US
dc.titlecartografia de risco de cheia: análise comparativa de cartografia de cheia para a cidade de taviraen_US
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
my.embargo.termsnullen_US
rcaap.rightsopenAccessen_US
rcaap.typemasterThesisen_US

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