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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Encapsulated rejuvenators are an innovative solution to improving the durability of asphalt
pavements, which can result in roads that are cheaper to maintain and have a small environmental
footprint. One technique for creating these encapsulated rejuvenators uses sodium
alginate, that can be produced from seaweed, sunflower seed oil, and a simple laboratory
process to form calcium alginate capsules with pockets of oil, the rejuvenator, inside.
One of the ways that more can be learned about this technology is by studying its working
mechanism, which is typically done with complex techniques, such as computed tomography
scans or infrared spectroscopy. They are then combined with mechanical testing. While
extremely useful, such techniques require expensive equipment and are typically limited to
smaller samples.
This work aimed to find an alternative method for observing the encapsulated rejuvenator's
behavior in asphalt. By combining light-colored asphalt made with a synthetic binder and
pigmented oil capsules, the rejuvenator's propagation was studied visually.
To achieve this, a suitable pigment had to be found and calcium alginate capsules containing
colored oil had to be produced, along with light-colored asphalt. These materials had
to be tested and understood before a set of tests was devised to study the rejuvenator's behavior
in asphalt.
Overall, findings showed that oil and pigment release was limited and lacked uniformity.
The solubility of vegetable oil in synthetic binder was also limited when compared to bitumen.
Asphalt concrete mixtures with capsules showed more instances of pigment/oil release than
comparable stone mastic asphalt mixtures.
Os rejuvenescedores encapsulados são uma solução inovadora para melhorar a durabilidade dos pavimentos rodoviários, que pode resultar em pavimentos mais duráveis e com uma menor pegada ambiental. Uma das várias técnicas de produção de rejuvenescedores encapsulados utiliza alginato de sódio, que pode ser produzido a partir de algas marinhas, óleo de sementes de girassol, e um processo de laboratório simples para formar cápsulas de alginato de cálcio com bolsas de óleo, que actua como rejuvenescedor, no seu interior. Uma forma de saber mais sobre esta tecnologia é estudar o seu mecanismo de funcionamento recorrendo a técnicas complexas, tais como a tomografia computorizada ou espectroscopia de infravermelho, em conjunto com ensaios mecânicos. Embora extremamente úteis, tais técnicas requerem equipamento dispendioso e são tipicamente limitadas a amostras pequenas. Este trabalho analisou um método alternativo para observar o comportamento dos rejuvenescedores encapsulados em misturas betuminosas. A hipótese subjacente ao método é que será possível estudar visualmente a propagação do rejuvenescedor através da combinação de uma mistura betuminosa de cor clara, feita com um ligante sintético, e cápsulas com óleo pigmentado. Foi necessário encontrar um pigmento adequado e produzir cápsulas de alginato de cálcio contendo óleo colorido, juntamente com a mistura betuminosa já referida. Estes materiais foram testados antes de ser concebido um plano experimental para estudar o comportamento do rejuvenescedor na mistura betuminosa. Os resultados mostraram que a libertação de óleo e pigmento foi limitada e pouco uniforme. A solubilidade do óleo vegetal no ligante sintético mostrou-se também limitada quando comparada com betume. As misturas asphalt concrete com cápsulas mostraram mais ocorrências de libertação de pigmento/óleo que misturas comparáveis stone mastic asphalt.
Os rejuvenescedores encapsulados são uma solução inovadora para melhorar a durabilidade dos pavimentos rodoviários, que pode resultar em pavimentos mais duráveis e com uma menor pegada ambiental. Uma das várias técnicas de produção de rejuvenescedores encapsulados utiliza alginato de sódio, que pode ser produzido a partir de algas marinhas, óleo de sementes de girassol, e um processo de laboratório simples para formar cápsulas de alginato de cálcio com bolsas de óleo, que actua como rejuvenescedor, no seu interior. Uma forma de saber mais sobre esta tecnologia é estudar o seu mecanismo de funcionamento recorrendo a técnicas complexas, tais como a tomografia computorizada ou espectroscopia de infravermelho, em conjunto com ensaios mecânicos. Embora extremamente úteis, tais técnicas requerem equipamento dispendioso e são tipicamente limitadas a amostras pequenas. Este trabalho analisou um método alternativo para observar o comportamento dos rejuvenescedores encapsulados em misturas betuminosas. A hipótese subjacente ao método é que será possível estudar visualmente a propagação do rejuvenescedor através da combinação de uma mistura betuminosa de cor clara, feita com um ligante sintético, e cápsulas com óleo pigmentado. Foi necessário encontrar um pigmento adequado e produzir cápsulas de alginato de cálcio contendo óleo colorido, juntamente com a mistura betuminosa já referida. Estes materiais foram testados antes de ser concebido um plano experimental para estudar o comportamento do rejuvenescedor na mistura betuminosa. Os resultados mostraram que a libertação de óleo e pigmento foi limitada e pouco uniforme. A solubilidade do óleo vegetal no ligante sintético mostrou-se também limitada quando comparada com betume. As misturas asphalt concrete com cápsulas mostraram mais ocorrências de libertação de pigmento/óleo que misturas comparáveis stone mastic asphalt.
Descrição
Palavras-chave
Encapsulated rejuvenator Asphalt self-healing Pigmented oil Calcium alginate capsules
