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Publicação

O teatro é o oásis do folhetinista

dc.contributor.authorCarvalho, Bárbara
dc.contributor.institutionCentro de Estudos em Música (CESEM - NOVA FCSH)
dc.date.accessioned2018-02-12T23:18:53Z
dc.date.available2018-02-12T23:18:53Z
dc.date.issued2017-03
dc.descriptionUID/EAT/00472/2013
dc.description.abstractO Teatro de S. João foi, ao longo do século XIX, um dos principais alvos para críticos que proporcionavam à crescente indústria da imprensa periódica uma análise detalhada da conjuntura adjacente ao principal teatro da «segunda cidade do reino». Palco da concentração das várias facções da sociedade portuense, as relações entre a conjuntura política e social, e o universo do teatro lírico portuense estão latentes na sociedade dicotómica que assistia às récitas e tornava o palco do S. João uma ramificação da actuação política e social contemporânea. Entre 1849 e 1861, o teatro torna-se um dos temas mais explorados por Camilo Castelo Branco (1825-1890) nas várias formas de publicações periódicas que então se tornariam parte integrante do seu quotidiano (crónica, crítica, revista, entre outras), com primazia para o formato de folhetim. Salientado pelo próprio um suposto amadorismo musical, este será uma das condicionantes que faz transparecer as idiossincrasias temáticas relativas ao teatro, não deixando, contudo, de se focar detalhadamente no universo musical do S. João. Ainda que a frequência de publicação varie e seja substancialmente menor no decorrer daquele intervalo cronológico, os assuntos associados aos teatros e, particularmente, ao Teatro de S. João, ocupam uma parte relevante das rúbricas de título genérico (“Revista dos dois mundos”, Jornal do Povo; “Crónica”, Eco Popular; “Revista do Porto”, O Nacional; “Folhetim”, Aurora do Lima; entre outras), e de título mais circunscrito (“Guilherme Tell”, O Nacional; “Teatro Lírico”, “Rossini”, Mundo Elegante). Do investimento do escrito na crítica operática resultam reflexões em torno do público, das companhias, dos empresários, do repertório, das récitas, e dos modelos de produção e recepção que permitem a interpretação do papel deste espaço na sociedade portuense e a reciprocidade entre o folhetinista e o tema sobre o qual incide, e que aqui analisaremos. Neste sentido, pretendemos explorar aquilo que foi a visão do Teatro de S. João enquanto baluarte artístico e social do Porto através das rúbricas de Camilo Castelo Branco, marcadas pela envolvência empírica deste no meio sobre o qual escreve.en
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dc.description.versionpublished
dc.format.extent1
dc.format.extent143350
dc.identifier.otherPURE: 3601636
dc.identifier.otherPURE UUID: 1c7755be-cc81-4404-b08e-50294950e2d1
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/30393
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147236/PT
dc.subjectCamilo Castelo Branco
dc.subjectTeatro de São João
dc.subjectcrónica
dc.subjectimprensa periódica portuense
dc.titleO teatro é o oásis do folhetinistapt
dc.title.subtitleentre Camilo Castelo Branco e o Teatro de São João na imprensapt
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degois.publication.titleI Jornadas do NEMI
dspace.entity.typePublication
oaire.awardNumber147236
oaire.awardURIinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147236/PT
oaire.fundingStream5876
project.funder.identifierhttp://doi.org/10.13039/501100001871
project.funder.nameFundação para a Ciência e a Tecnologia
rcaap.rightsopenAccess
relation.isProjectOfPublication8f0440b6-9dd7-44c6-9676-92e864335e2c
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