| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 2.08 MB | Adobe PDF |
Orientador(es)
Resumo(s)
ABSTRACT - Background: The association between grip strength (GS) and heart diseases (HD) incidence has been little explored. Additionally, to the best of our knowledge, no previous study was performed in a multi-country European sample. Thus, the aim of this study is to analyse the longitudinal relationship between GS and the diagnosis of HD in European middle-aged and older adults.
Methods: A prospective cohort study was conducted using data from the Survey of Health, Ageing and Retirement in Europe (2004-2017), including 20829 middle-aged and older adults from 12 countries. GS was objectively measured by a dynamometer and HD diagnosis was self-reported. Incidence rate of HD was calculated and a Cox proportional hazard regression was performed.
Results: The HD incidence rate decreased from 930 per 100 000 person-years in the lowest quartile to 380 per 100 000 person-years in the highest GS quartile. During the 13 years of follow-up, compared to being in the lowest GS quartile, being in the highest quartile decreased the hazard of being diagnosed with a HD in 36% (95% confidence interval [CI]: 0.53, 0.78) for the whole sample, 35% (95% CI: 0.51, 0.84) for men and 46% (95% CI: 0.40, 0.73) for women.
Conclusion: GS seems to be inversely associated with the incidence of HD among European middle-aged and older adults. Scientific evidence has highlighted the potential role of GS as a risk stratifying measure for HD, suggesting its potential to be included in the cardiovascular risk scores used in primary care. However, further research is still needed to clarify it.
RESUMO - Introdução: A associação entre a força de preensão manual (FPM) e as doenças cardíacas (DC) tem sido pouco estudada. Adicionalmente, do nosso conhecimento, nenhum estudo anterior foi realizado em adultos e adultos mais velhos de vários países europeus. Assim, o objetivo foi analisar a relação longitudinal entre a FPM e o diagnóstico de DC em adultos e adultos mais velhos europeus. Métodos: Foi realizado um estudo de coorte prospetivo utilizando dados do Survey of Health, Ageing and Retirement in Europe (2004-2017), que incluiu 20829 adultos e adultos mais velhos de 12 países. A FPM foi medida através de um dinamômetro e o diagnóstico de DC foi auto reportado. Foi calculada a taxa de incidência de DC e foi realizada uma regressão de risco proporcional de Cox. Resultados: A taxa de incidência de DC diminuiu de 930 por 100 000 pessoas-ano no quartil mais baixo para 380 por 100 000 pessoas-ano no quartil mais alto de FPM. Em comparação com estar no quartil mais baixo de FPM, estar no quartil mais alto diminuiu o risco de ser diagnosticado com DC em 36% (intervalo de confiança [IC] de 95%: 0,53 a 0,78) para toda a amostra, 35% (IC de 95%: 0,51 a 0,84) para homens e 46% (IC de 95%: 0,40 a 0,73) para mulheres. Conclusão: A FPM parece estar inversamente associada à incidência de DC. As evidências científicas destacam o potencial da FPM como medida estratificadora de risco para DC, sugerindo a sua possível inclusão nos scores de risco cardiovascular usados nos cuidados de saúde primários. Todavia, mais estudos são necessários para esclarecer o seu potencial.
RESUMO - Introdução: A associação entre a força de preensão manual (FPM) e as doenças cardíacas (DC) tem sido pouco estudada. Adicionalmente, do nosso conhecimento, nenhum estudo anterior foi realizado em adultos e adultos mais velhos de vários países europeus. Assim, o objetivo foi analisar a relação longitudinal entre a FPM e o diagnóstico de DC em adultos e adultos mais velhos europeus. Métodos: Foi realizado um estudo de coorte prospetivo utilizando dados do Survey of Health, Ageing and Retirement in Europe (2004-2017), que incluiu 20829 adultos e adultos mais velhos de 12 países. A FPM foi medida através de um dinamômetro e o diagnóstico de DC foi auto reportado. Foi calculada a taxa de incidência de DC e foi realizada uma regressão de risco proporcional de Cox. Resultados: A taxa de incidência de DC diminuiu de 930 por 100 000 pessoas-ano no quartil mais baixo para 380 por 100 000 pessoas-ano no quartil mais alto de FPM. Em comparação com estar no quartil mais baixo de FPM, estar no quartil mais alto diminuiu o risco de ser diagnosticado com DC em 36% (intervalo de confiança [IC] de 95%: 0,53 a 0,78) para toda a amostra, 35% (IC de 95%: 0,51 a 0,84) para homens e 46% (IC de 95%: 0,40 a 0,73) para mulheres. Conclusão: A FPM parece estar inversamente associada à incidência de DC. As evidências científicas destacam o potencial da FPM como medida estratificadora de risco para DC, sugerindo a sua possível inclusão nos scores de risco cardiovascular usados nos cuidados de saúde primários. Todavia, mais estudos são necessários para esclarecer o seu potencial.
Descrição
Palavras-chave
cardiovascular diseases cardiovascular health coronary artery disease physical activity physical fitness doenças cardiovasculares saúde cardiovascular doença arterial coronária atividade física aptidão física
