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Perceptions and Risk: Association of Age and COVID-19 Vaccination Hesitancy in Europe

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ABSTRACT - Introduction: Vaccine hesitancy refers to the delay in accepting or refusing vaccination, despite the availability of vaccination services. Vaccine hesitancy can vary across time, place, and the vaccine. The success of vaccination campaigns to control the pandemic depends not only on vaccine efficacy and safety, but also on the population's acceptance of its intake. Objective: To analyze whether age, as a predictor of COVID-19 mortality risk, is associated with vaccine hesitancy and how this relationship may vary according to other sociodemographic factors. Methods: This was a cross-sectional study based on microdata from Eurobarometer 94.3 (February–March 2021). We used logistic regression to estimate the association between age and vaccine hesitancy. Results: The results indicate an inverse association between age and vaccine hesitancy. Compared to the reference group (15–34 years), the 55–69-year-old group had 57% reduced odds of being hesitant to the COVID-19 vaccine. There is a clear trend that increasing age is associated with lower hesitancy, even after adjusting for sociodemographic factors. Conclusion: The results presented indicate that age, as a proxy for mortality risk, is associated with lower hesitancy. This study reinforces the importance of risk perception as a determinant of vaccine hesitancy and the need to use specific strategies to target different populations to reduce their hesitancy.
RESUMO - Introdução: A hesitação vacinal refere-se ao atraso na aceitação ou recusa da vacinação, apesar da disponibilidade dos serviços de vacinação. A hesitação vacinal pode variar ao longo do tempo, lugar e da vacina. O sucesso das campanhas de vacinação para controlar a pandemia não depende apenas da eficácia e segurança da vacina, mas também da aceitação da sua toma pela população. Objetivo: Analisar se a idade, quando variável preditora de risco de mortalidade por COVID-19, está associada à hesitação vacinal e de que forma esta relação pode variar consoante outros fatores sociodemográficos. Métodos: Estudo transversal, baseado em microdados do Eurobarómetro 94.3 (fevereiro–março de 2021). Utilizámos uma regressão logística para estimar a associação entre idade e hesitação vacinal. Resultados: Os resultados indicam uma associação inversa entre idade e hesitação vacinal. Comparativamente ao grupo de referência (15-34 anos), o grupo dos 55-69 anos, apresenta uma redução das odds de 57% de ser hesitante para a vacina da COVID-19. Existe uma tendência clara que o aumento da idade está associado à menor hesitação, mesmo depois de ajustado para fatores sociodemográficos. Conclusão: Os resultados apresentados indicam que a idade, enquanto proxy do risco de mortalidade, está associada a menor hesitação. Este estudo reforça a importância da perceção de risco como determinante da hesitação vacinal e de se utilizar estratégicas especificas para atuar nos diferentes tipos de população, de forma a diminuir a sua hesitação.

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Palavras-chave

Vaccine Hesitancy Age COVID-19 Perception and Risk Hesitação Vacinal Idade Perceção de risco

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