Publicação
Estudo de novos genes de susceptibilidade para o cancro do cólon e recto familiar
| datacite.subject.fos | Engenharia e Tecnologia::Outras Engenharias e Tecnologias | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Valeroso, Maria Cristina | |
| dc.contributor.author | Valentim , Patrícia Varandas | |
| dc.date.accessioned | 2019-01-11T10:19:53Z | |
| dc.date.available | 2021-12-01T01:30:17Z | |
| dc.date.issued | 2018-12-19 | |
| dc.date.submitted | 2018 | |
| dc.description.abstract | O cancro do cólon e recto familiar do tipo X (FCCTX) define famílias que cumprem os critérios de Amesterdão, não apresentam mutações germinais nos genes de reparação do DNA do tipo mismatch (MMR) e cujos tumores são microssatélites estáveis. Contudo, a sua etiologia genética permanece desconhecida. A identificação de novos genes de susceptibilidade permitirá um diagnóstico precoce com implicações importantes no manejo clínico e tratamento. Num estudo prévio que envolveu a sequenciação do exoma em 5 indivíduos afectados de uma família FCCTX, identificaram-se variantes provavelmente patogénicas nos genes MTMR3, TAS1R1, DUSP12, NPR2, LGR6 com potencial relevância para a tumorigénese coloretal. Assim, este trabalho teve por objetivo estudar o papel destes genes candidatos na susceptibilidade para esta síndrome em famílias FCCTX/FCCTX-like. Pretendeu-se ainda estudar a expressão de um novo transcrito do gene TPP2 com CCR em contexto de FCCTX comparativamente a síndrome de Lynch. Foi realizada uma análise mutacional aos genes candidatos em indivíduos índex de 34 famílias FCCTX/ FCCTX-like, que permitiu identificar 3 variantes provavelmente patogénicas no gene MTMR3 e 2 no gene TAS1R1, nos restantes genes não foram identificadas variantes patogénicas. Para cada gene, estas variantes localizaram-se no mesmo domínio/região funcional. Nenhuma delas foi identificada numa população de controlos saudáveis da população portuguesa, à excepção da variante c.1933C>T (p.Arg645Trp) no gene MTMR3 cuja frequência foi maior em famílias FCCTX (6%), do que na população portuguesa (0,3%). Todos estes factos reforçam o potencial de variantes nestes genes poderem contribuir para a susceptibilidade para o FCCTX. O impacto dessa variante na expressão do MTMR3 e do marcador de autofagia BECN1 foi avaliado por RT-qPCR em lesões do cólon de indivíduos portadores e não portadores da variante. Apesar de não se ter identificado relação entre a presença ou ausência da variante e a expressão do gene, a variante pode ter impacto apenas ao nível da função da proteína. A análise de expressão do novo transcrito do gene TPP2 sugere expressão diferencial entre indivíduos saudáveis, síndrome de Lynch e afectados com CCR/FCCTX. O envolvimento do TPP2 na resposta imunitária sugere que alterações na expressão deste gene possam desempenhar um papel importante na tumorigénese coloretal. | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10362/57141 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Cancro Colorectal | pt_PT |
| dc.subject | FCCTX | pt_PT |
| dc.subject | Genes de susceptibilidade | pt_PT |
| dc.subject | TPP2 | pt_PT |
| dc.title | Estudo de novos genes de susceptibilidade para o cancro do cólon e recto familiar | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado em Genética Molecular e Biomedicina | pt_PT |
