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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Throughout history, human collaboration has enabled us, as a species, to survive hardships,
learn, and make better decisions. For example, nations have been shaped by the electorate
vote, the process in which leaders are chosen to represent their citizens. These decision-
making collaborations can be thought of as computations, which evolve with technology,
allowing greater collaboration opportunities. In these computations, the inputs remain
private while the overall result is public. This kind of computation is called Secure
Multi-Party Computation.
Two issues that exist with this computation, however, result from trust assumptions.
There are those individuals who may not want their identity shared with the rest, but
would desire to collaborate with confidence that the rest are certified for the computation
in question. And there are malicious individuals, which although certified, provide
disruptive inputs that skew the final result, affecting decision-making and everyone
involved. While some solutions have been adopted to address these problems, overall
they remain inefficient.
This dissertation provides a solution to the certified anonymous individual problem,
and examines the feasibility of guaranteeing legitimate inputs. To this effect it uses Zero
Knowledge Proofs to guarantee that individuals are certified through an RSA group
signature based on a known public key list which originates from a trusted source of
information, such as the government. Additionally it explores how leveraging user-
provided individual information available in Signed Identity Documents can provide the
legitimacy required for proofs regarding a person’s information.
This solution is of interest in today’s widely available Internet services that require
user authentication limited to citizens of a certain country, access to content that is age-
restricted, or that require absolute identity authentication. Further research might allow
for general-purpose proofs that can be used for any kind of input, facilitating integration
with existing protocols.
Ao longo da história, a colaboração humana permitiu-nos, como espécie, sobreviver a dificuldades, aprender, e fazer melhores decisões. Por exemplo, nações foram moldadas pelo voto eleitoral, o processo em que líderes são escolhidos para representar os seus cidadãos. Estas colaborações de decisão podem ser interpretadas como computações, que evoluem com a tecnologia, permitindo um maior leque de oportunidades colaborativas. Nestas computações, os inputs permanecem privados enquanto que o resultado final é público. Este tipo de computação denomina-se Computação Multipartidária Segura. Dois grandes desafios nestes sistemas resultam de suposições de confiança. Existem indivíduos que poderão não querer a sua identidade partilhada com os restantes, mas que desejam colaborar com confiança de que os restantes estão certificados para a computação em questão. Além destes existem indivíduos maliciosos, que embora certificados, podem disponibilizar dados disruptivos que enviesam o resultado final, afetando decisões e todos os envolvidos. Embora algumas soluções tenham sido adotadas para endereçar estes problemas, no geral permanecem ineficientes. Esta dissertação fornece uma solução para o problema de indivíduos anónimos certifi- cados, e examina a viabilidade de garantir dados legítimos. Para este efeito usa Provas de Zero Conhecimento de forma a garantir que indivíduos são certificados através de assina- turas RSA de grupo baseadas em listas de chaves públicas conhecidas, originárias de fontes confiáveis como o governo. Adicionalmente, explora como alcançar validação dos dados fornecidos através da sua disponibilidade em Documentos de Identidade Assinados, de forma a construir provas sobre informação pessoal que garanta a sua legitimidade. Esta solução é relevante dado o contexto atual dos serviços de Internet, que requerem autenticação limitada a cidadãos de um certo país, acesso a conteúdo restringido por idade, ou que até mesmo identificação absoluta de um indivíduo. Investigação futura poderá permitir provas de uso geral que possam ser utilizadas para outros tipos de dados, facilitando integração com protocolos existentes.
Ao longo da história, a colaboração humana permitiu-nos, como espécie, sobreviver a dificuldades, aprender, e fazer melhores decisões. Por exemplo, nações foram moldadas pelo voto eleitoral, o processo em que líderes são escolhidos para representar os seus cidadãos. Estas colaborações de decisão podem ser interpretadas como computações, que evoluem com a tecnologia, permitindo um maior leque de oportunidades colaborativas. Nestas computações, os inputs permanecem privados enquanto que o resultado final é público. Este tipo de computação denomina-se Computação Multipartidária Segura. Dois grandes desafios nestes sistemas resultam de suposições de confiança. Existem indivíduos que poderão não querer a sua identidade partilhada com os restantes, mas que desejam colaborar com confiança de que os restantes estão certificados para a computação em questão. Além destes existem indivíduos maliciosos, que embora certificados, podem disponibilizar dados disruptivos que enviesam o resultado final, afetando decisões e todos os envolvidos. Embora algumas soluções tenham sido adotadas para endereçar estes problemas, no geral permanecem ineficientes. Esta dissertação fornece uma solução para o problema de indivíduos anónimos certifi- cados, e examina a viabilidade de garantir dados legítimos. Para este efeito usa Provas de Zero Conhecimento de forma a garantir que indivíduos são certificados através de assina- turas RSA de grupo baseadas em listas de chaves públicas conhecidas, originárias de fontes confiáveis como o governo. Adicionalmente, explora como alcançar validação dos dados fornecidos através da sua disponibilidade em Documentos de Identidade Assinados, de forma a construir provas sobre informação pessoal que garanta a sua legitimidade. Esta solução é relevante dado o contexto atual dos serviços de Internet, que requerem autenticação limitada a cidadãos de um certo país, acesso a conteúdo restringido por idade, ou que até mesmo identificação absoluta de um indivíduo. Investigação futura poderá permitir provas de uso geral que possam ser utilizadas para outros tipos de dados, facilitando integração com protocolos existentes.
Descrição
Palavras-chave
Secure Multi-Party Computation Zero-Knowledge Proof RSA Privacy Authenticity Trusted Inputs
