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Publicação

Estratégias de estabilização de um fármaco na fase amorfa: impregnação em matriz polimérica e sílica

datacite.subject.fosEngenharia e Tecnologia::Engenharia Químicapt_PT
dc.contributor.advisorPlaza, María Teresa
dc.contributor.advisorAndrade, Maria Madalena
dc.contributor.authorSantos, Andreia Filipa Magalhães Seixas Lopes dos
dc.date.accessioned2016-10-18T08:54:26Z
dc.date.available2016-10-18T08:54:26Z
dc.date.issued2015-09
dc.date.submitted2016-10
dc.description.abstractActualmente, um dos desafios mais importantes da indústria farmacêutica está relacionado com o facto de muitos princípios activos terem uma baixa solubilidade em meio aquoso. O objectivo deste trabalho foi obter e estabilizar a fase amorfa de dois fármacos, sinvastatina e naproxeno, como alternativa às formas cristalinas comercializadas, tendo em vista o aumento da sua solubilidade. Nesse contexto, foram testadas duas estratégias diferentes: (i) a sinvastatina foi impregnada num polímero termo-responsivo (Poli-((MEO2MA-co-OEGMA)) em diferentes proporções de polímero/sinvastatina: 2:1, 3:1 e 4:1 e (ii) o naproxeno foi impregnado em matrizes de sílica com diâmetro de poro 5.9 nm e 3.2 nm. A calorimetria diferencial de varrimento foi utilizada para caracterizar as transformações de fase dos componentes nativos e dos compósitos. Para a mistura 4:1 foi detectada uma transição vítrea localizada a temperaturas intermédias relativamente aos materiais nativos, confirmando a amorfização do fármaco. Após o aquecimento, todas as misturas apresentam uma transição vítrea que está de acordo com o valor previsto pela equação de Fox para misturas ideais. A espectroscopia de relaxação dieléctrica foi aplicada para investigar a mobilidade do polímero e da mistura 2:1 após tratamento térmico. Devido à elevada condutividade do polímero, os tempos de relaxação foram extraídos através da parte imaginária do módulo eléctrico (M’’). No polímero apenas foram detectados dois processos de relaxação. Quanto ao compósito, foram observados quatro processos altamente influenciados pela dinâmica da sinvastatina: dois localizados na região sub-vítrea da amostra e outros dois acima da temperatura de transição vítrea calorimétrica, Tg. Para o naproxeno/3.2 sílica (impregnação a vácuo), foi detectada uma transição vítrea (Tg = 3.5ºC). Estudos complementares por difracção de raios-X e 13C-RMN confirmaram o estado amorfo da amostra. A análise termogravimétrica estimou em ~35% a quantidade de naproxeno impregnado em sílica. O objectivo deste trabalho foi alcançado com sucesso para ambos os fármacos.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/19132
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectSinvastatinapt_PT
dc.subjectNaproxenopt_PT
dc.subjectImpregnaçãopt_PT
dc.subjectCalorimetria Diferencial de Varrimento (DSC)pt_PT
dc.subjectEspectroscopia de Relaxação Dieléctrica (DRS)pt_PT
dc.subjectTransição vítreapt_PT
dc.titleEstratégias de estabilização de um fármaco na fase amorfa: impregnação em matriz polimérica e sílicapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Biotecnologiapt_PT

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