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Publicação

Contribuição para o desenvolvimento de metodologia analítica aplicada à determinação de arsénio em águas superficiais. Caso de estudo: Bacias hidrográficas do Tejo e Ribeiras do Oeste

dc.contributor.advisorSantos, Maria
dc.contributor.advisorRodrigues, António
dc.contributor.authorMachado, Filipa Raquel Paulino
dc.date.accessioned2011-01-28T16:26:14Z
dc.date.available2011-01-28T16:26:14Z
dc.date.issued2010
dc.descriptionDissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para obtenção do grau de Mestre em Engenharia e Gestão da Águaen_US
dc.description.abstractA água é um bem essencial à vida. Como tal, a sua qualidade tem que ser assegurada de modo a não colocar em risco a saúde humana. Cabe à rede de monitorização da qualidade de água, analisar e acompanhar a evolução dos valores dos diversos parâmetros de controlo, de modo a garantir a segurança no seu consumo. O arsénio é um metalóide, embora muitas vezes seja considerado como metal devido à sua toxicidade. Encontrando-se vastamente distribuído pela natureza, é uma ameaça à saúde pública. Deste modo, é necessário que a sua determinação seja incluída na monitorização da qualidade de águas. Este estudo teve base num projecto do laboratório da ARH-Tejo em Lisboa, o qual tinha o objectivo de validar o método de análise de arsénio por espectrofotometria de absorção atómica por geração de hidretos, de modo a contribuir para a melhoria da qualidade da rede de monitorização dos recursos hídricos. Assim, o desenvolvimento do estudo permitiu elaborar um manual de métodos analíticos relativo à técnica em causa de modo a estabelecer um procedimento laboratorial para a análise de arsénio.Com a elaboração desse manual foram definidos diversos critérios de aceitação de modo a garantir a qualidade dos resultados obtidos. Para a validação do método recorreu-se à comparação dos resultados com os obtidos num laboratório acreditado para o mesmo método e a ensaios interlaboratoriais. No que se refere à qualidade da água nos pontos de amostragem estudados, os resultados obtidos permitem-nos concluir que não há motivos para preocupação, pois nunca se aproximaram do valor paramétrico (10μg/l) definido pelo Decreto-lei nº306/2007, relativo a águas para consumo humano.en_US
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/5019
dc.language.isoporen_US
dc.publisherFaculdade de Ciências e Tecnologiaen_US
dc.titleContribuição para o desenvolvimento de metodologia analítica aplicada à determinação de arsénio em águas superficiais. Caso de estudo: Bacias hidrográficas do Tejo e Ribeiras do Oesteen_US
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
my.embargo.termsnullen_US
rcaap.rightsopenAccessen_US
rcaap.typemasterThesisen_US

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