Publicação
Classes, património, (i)mobilidades
| dc.contributor.author | Rei, Mariana | |
| dc.contributor.institution | Instituto de História Contemporânea (IHC) | |
| dc.coverage.spatial | Florianópolis | |
| dc.date.accessioned | 2019-04-10T22:06:03Z | |
| dc.date.available | 2019-04-10T22:06:03Z | |
| dc.date.issued | 2018 | |
| dc.description | UID/HIS/04209/2013 | |
| dc.description.abstract | Como falar de classe operária, num contexto onde a organização em torno da família, a pluriatividade e o forte peso do campesinato, ou a recorrência das migrações, desafiam permanentemente as visões dualistas dos fenómenos sociais – campesinato e operariado, classe e família, rural e urbano? Esta comunicação assenta numa pesquisa de doutoramento em curso, centrada numa freguesia do concelho de Guimarães, no Vale do Ave – uma zona industrial têxtil no noroeste português marcada por uma industrialização e urbanização difusas, bem como pelas migrações. A memória e o património surgem neste quadro como dispositivos importantes. Se por um lado, nas histórias de vida e de família de antigos operários e migrantes – mas também de agricultores, comerciantes, industriais, entre outros – a fábrica surge algo silenciada, enquanto espaço ligado ao trabalho, associado por vezes a momentos duros, a memórias difíceis; por outro, o espaço doméstico (em especial a casa de emigrante, construída como um espaço novo) surge como sinal exterior de ascensão social, e do ultrapassar dessa mesma dureza que o espaço da fábrica representa. Pensar o movimento operário no Vale do Ave poderá passar, então, por questionar: como é que as pessoas se organizam neste contexto para ter uma vida melhor? Mesmo quando olhamos para o passado, ou a vida nos impele a todo o momento a cumprir as necessidades imediatas, é sempre de futuro que falamos. Constituir-se-á, aqui, a migração como uma “heterotopia”? | en |
| dc.description.version | publishersversion | |
| dc.description.version | published | |
| dc.format.extent | 9 | |
| dc.format.extent | 430429 | |
| dc.identifier.isbn | 978-85-62946-96-7 | |
| dc.identifier.other | PURE: 12176086 | |
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| dc.identifier.uri | https://www.pt.iuaes2018.org/conteudo/view?ID_CONTEUDO=766 | |
| dc.identifier.url | https://www.pt.iuaes2018.org/conteudo/view?ID_CONTEUDO=766 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.peerreviewed | no | |
| dc.publisher | International Union of Anthropological and Ethnological Sciences (IUAES) | Associação Brasileira de Antropologia (ABA) | |
| dc.relation | info:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147250/PT | |
| dc.subject | Migrações | |
| dc.subject | Classes sociais | |
| dc.subject | Património | |
| dc.subject | Memória | |
| dc.title | Classes, património, (i)mobilidades | pt |
| dc.title.subtitle | Notas sobre uma pesquisa em curso no Vale do Ave (Portugal) | pt |
| dc.type | conference object | |
| degois.publication.firstPage | 4267 | |
| degois.publication.lastPage | 4276 | |
| degois.publication.title | Anais 18º Congresso Mundial de Antropologia | |
| degois.publication.title | 18º Congresso Mundial de Antropologia IUAES | |
| degois.publication.volume | 3 | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.awardNumber | UID/HIS/04209/2013 | |
| oaire.awardURI | info:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/UID%2FHIS%2F04209%2F2013/PT | |
| oaire.fundingStream | 5876 | |
| project.funder.identifier | http://doi.org/10.13039/501100001871 | |
| project.funder.name | Fundação para a Ciência e a Tecnologia | |
| rcaap.rights | openAccess | |
| relation.isProjectOfPublication | be14f8fd-e38c-479c-98af-72879c81a499 | |
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