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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A lenhina é um polímero fenólico natural muito complexo, de elevado peso molecular, presente nas paredes das células vegetais, e que tem surgido na natureza como subproduto proveniente de indústrias processadoras, nomeadamente da indústria papeleira.
Alguns estudos recentes têm revelado que a lenhina, que é sujeita a certos tipos de processamento (lenhina purificada), origina fragmentos fenólicos de pesos moleculares mais baixos que possuem propriedades diferentes relativamente à lenhina nativa, nomeadamente propriedades nutricionais e antioxidantes com uma importância relevante para o sector industrial.
A dificuldade na estabilização da cor da lenhina tem sido um impedimento para avançar com a possibilidade de adoptar este composto como aditivo alimentar, mais concretamente como corante alimentar.
No entanto, a existência de fungos com capacidade de degradar total ou parcialmente a lenhina, como é o caso de fungos de podridão mole, podridão castanha e podridão branca, conduz à possibilidade de se estudar a estabilidade da cor da lenhina através da acção fúngica.
Descrição
Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para obtenção do Grau de Mestre em Tecnologia e Segurança Alimentar
Palavras-chave
Lenhina Biodegradação Estabilidade da cor em produtos alimentares
