Logo do repositório
 
A carregar...
Miniatura
Publicação

Camilo Pessanha e os matizes da decadência

Utilize este identificador para referenciar este registo.

Orientador(es)

Resumo(s)

A poesia de Camilo Pessanha é reconhecida sobretudo pela representação de um Simbolismo peculiarmente ligado à sonoridade lírica, aproximando-se da estética simbolista francesa. No entanto, apesar da sonoridade difusa, a poesia de Camilo Pessanha procura fixar-se semântica e estilisticamente numa imagética decadentista, sugerida através da exploração de espectros cromáticos equívocos, típicos da Belle Époque, os quais reflectem as fragilidades do sujeito poético. Os matizes são apreendidos em função dos sentimentos ligados à vida, às sensações de estagnação e à imobilidade, em conformidade com o imaginário visual da época, já que se trata de um período obcecado, na arte e na técnica, com a preservação das imagens.

Descrição

UID/ELT/00657/2013

Palavras-chave

Simbolismo Decadentismo Camilo Pessanha (1867-1926) Visualismo Belle Époque Imagética

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Projeto de investigaçãoVer mais

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Licença CC