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Publicação

Análise da eficácia da avaliação de impactes da rede nacional de auto-estradas

dc.contributor.advisorMelo, João Joanaz de
dc.contributor.authorMendes, Marta Madaleno
dc.date.accessioned2012-12-03T10:42:49Z
dc.date.available2012-12-03T10:42:49Z
dc.date.issued2012
dc.descriptionDissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia do Ambiente, perfil de Ordenamento do Território e Impactes Ambientaispor
dc.description.abstractNo contexto europeu, Portugal encontra-se entre os países com maior extensão de rede de auto-estradas. Desde 1985 esta tem crescido significativamente, de 160 km para 2 737 km em 2010, apresentando uma densidade de auto-estradas de 29 km/1000 km2, superior à da UE-27 com 15 km/1000 km2. Portugal apresenta uma repartição modal de 85% para transporte individual, 10% para transporte rodoviário colectivo e 5% para transporte ferroviário. O estudo incide sobre a Rede Nacional de Auto-estradas. Apresenta três objectivos principais: i) análise da necessidade e utilidade das auto-estradas; ii) utilização de boas práticas em AIA; iii) avaliação do contributo das auto-estradas para o desenvolvimento regional. A necessidade e utilidade de um projecto de auto-estradas na maioria dos casos não foram avaliadas de forma rigorosa. Em 22% dos EIA realizou-se um estudo de tráfego próximo do real, em 65% sobredimensionaram o estudo de tráfego e em 10% subdimensionaram-no, podendo-se concluir que este critério teve pouca ou nenhuma influência no processo de tomada de decisão. Na maioria dos estudos não foi cumprida a totalidade de boas práticas de AIA. Apesar da identificação e análise de impactes ter sido o critério estudado de forma mais cuidada, em 30% não se realizou um estudo de alternativas e, em 71% não foram realizados processos de pós-avaliação. A introdução de auto-estradas no território não promoveu, necessariamente o desenvolvimento regional. Dos 44% de municípios inquiridos, que consideraram este projecto muito benéfico para o concelho, em 38% destes a população residente diminuiu, em 78% houve um aumento significativo de população idosa, em 94% assistiu-se a um crescimento da população desempregada e, em 47% constatou-se uma redução do poder de compra per capita. Assim, pode-se concluir que o principal argumento para justificar a execução de projectos de auto-estradas na maioria dos casos não teve fundamento.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/8262
dc.language.isoporpor
dc.publisherFaculdade de Ciências e Tecnologiapor
dc.subjectAuto-estradapor
dc.subjectAIApor
dc.subjectDesenvolvimento regionalpor
dc.subjectImpactespor
dc.subjectTráfegopor
dc.titleAnálise da eficácia da avaliação de impactes da rede nacional de auto-estradaspor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor

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