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Orientador(es)
Resumo(s)
O consumo de energia no sector doméstico registou apenas um ligeiro abrandamento nos últimos 20 anos e prevê-se, no contexto de arrefecimento económico, um agravamento do esforço financeiro de energia no sector residencial. O parque habitacional é um dos sectores de intervenção prioritária ao nível
do desempenho térmico. Com a entrada no passado recente da Directiva Europeia da Performance Energética de Edifícios (EPBD), foi dado o primeiro passo neste sentido, introduzindo-se diversas medidas que limitam o consumo de energia primária nos edifícios. Porém as mesmas medidas só serão concretizáveis caso sejam garantidas exigências individuais de conforto térmico. É nesta medida que a análise do conforto térmico de edifícios em regime de funcionamento livre poderá contribuir na
resolução do problema.
Este estudo procura analisar o impacto do conforto face às exigências energéticas numa habitação,utilizando para o efeito, modelos de avaliação de conforto térmico adaptativos associados a soluções passivas de arrefecimento, considerando a especificidade do clima português nos meses de Verão. Desta
forma, o trabalho encontra-se estruturado em três grandes partes; primeiramente pela pesquisa bibliográfica que permitiu validar os modelos de conforto ambiental e todos os parâmetros a eles associados, seguindo-se a apresentação das diferentes soluções construtivas que permitem dar resposta
às solicitações de aumento de conforto, reduzindo o consumo energético e por fim a simulação e análise destes dois últimos pontos numa habitação.
Espera-se que o presente trabalho contribua na orientação de estratégias à utilização de sistemas de climatização artificial no interior dos nossos lares.
Descrição
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em
Engenharia Civil – Perfil de Construção
Palavras-chave
Conforto térmico Temperatura de conforto Arrefecimento passivo Ventilação natural Necessidades energéticas Abordagem adaptativa
