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Publicação

Conetividade de baixa frequência no cérebro humano associada ao movimento voluntário

datacite.subject.fosEngenharia e Tecnologia::Outras Engenharias e Tecnologiaspt_PT
dc.contributor.advisorAndrade, Alexandre
dc.contributor.advisorVigário, Ricardo
dc.contributor.authorMoutinho, Vera Batista
dc.date.accessioned2019-01-07T11:50:45Z
dc.date.available2019-01-07T11:50:45Z
dc.date.issued2017-12
dc.date.submitted2017
dc.description.abstractA capacidade de realizar um movimento voluntário é considerada fundamental para a natureza humana. Contudo, e apesar da sua importância, a compreensão dos mecanismos neuronais subjacentes à sua preparação ainda não é clara. Neste estudo, foram examinados os sinais de fMRI, do inglês: functional Magnetic Resonance Imaging, de 25 sujeitos saudáveis, através de uma análise localizada no tempo da conetividade funcional, onde se calcularam 3 componentes da coerência de Wavelet: magnitude, fase e phase-locking, para 32 regiões cerebrais. Cada sujeito realizou 3 tarefas: repouso, movimento (pressão de um botão) em livre-arbítrio e induzido por um estímulo visual, sendo assim possível comparar as redes neuronais envolvidas em cada uma. Para a obtenção destas comparações, e das respetivas medidas topológicas de grafos, foi utilizado o software GraphVar. Um último objetivo consistiu no estudo da relação entre os sinais de fMRI e do intervalo entre picos R do sinal cardíaco, adquirido simultaneamente. Dado o forte papel das oscilações lentas (<0.1 Hz) na iniciação de movimentos voluntários, todas as metodologias foram aplicadas segundo 3 bandas de frequência diferentes: 0.01-0.027 Hz, 0.027-0.073 Hz e 0.07-0.13 Hz. Os resultados obtidos nas comparações entre tarefas revelaram uma grande semelhança entre a medida de magnitude e phase-locking, sugerindo que quando dois sinais estão bastante síncronos numa dada janela temporal, ou seja, houve pouca variação da fase, também apresentam uma elevada magnitude da coerência. De todas as regiões cujas conexões eram mais significativas em movimentos voluntários, houve grande destaque do tálamo e da parte opercular do giro frontal inferior ipsilaterais. Relativamente à medida de fase, foi observado um forte padrão de alternância entre inibição e excitação em ambos os hemisférios de cada região. Na relação entre os sinais de fMRI e cardíaco, confirmou-se a ativação de regiões envolvidas no controlo da função cardiovascular, como é o caso da insula. De um modo geral, os resultados demonstraram a utilidade destas medidas de conectividade funcional para a elucidação do papel das oscilações lentas na preparação e execução de movimentos voluntários.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/56680
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectMovimento voluntáriopt_PT
dc.subjectOscilações lentaspt_PT
dc.subjectfMRIpt_PT
dc.subjectCoerência de Waveletpt_PT
dc.subjectCircuitos neuronaispt_PT
dc.subjectTeoria de grafospt_PT
dc.titleConetividade de baixa frequência no cérebro humano associada ao movimento voluntáriopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestre em Engenharia Biomédicapt_PT

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