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Projeto de investigação

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Os riscos da simpatia desinteressada na prática da justiça
Publication . Queiroz, Regina; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
Admitindo que a justiça consiste na procura de um equilíbrio nas práticas em que existem interesses rivais e pretensões antagónicas e em que as pessoas reivindicam os seus direitos face a outras, o utilitarismo estipula que a capacidade para se ser justo e imparcial advém da renúncia a qualquer interesse pessoal: quem é imparcial não tem qualquer fim pessoal e quem persegue um fim particular não é imparcial. Todavia, a crítica de Rawls ao utilitarismo ressalva que para além de a pessoa que escolhe à luz do princípio de utilidade não ter quaisquer objectivos que sejam seus, a despersonalização e o desinteresse do observador imparcial: a) implicam que a ordenação das utilidades releve do seu dictat; b) intensificam a discriminação interindividual. À descrição utilitarista a teoria rawlsiana da justiça contrapõe a justificação da prática da justiça no sentido da justiça e nos interesses pessoais. Recorremos ao caso concreto da remuneração dos Chief Executive Officer (CEO) para ilustrar as diferenças entre as perspectivas utilitarista e rawlsiana.
Resonant concrete
Publication . Fonseca, Nuno; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); Centro de Estudos em Música (CESEM - NOVA FCSH)
A Direita nunca existiu.
Publication . Nobre Faria, Filipe; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); scielopt
Meta-Ética
Publication . Cadilha, Susana; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA)
Towards a Model of Argument Strength for Bipolar Argumentation Graphs
Publication . Rast, Erich Herrmann; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); University of Bialystok
Bipolar argument graphs represent the structure of complex pro and contra arguments for one or more standpoints. In this article, ampliative and exclusionary principles of evaluating argument strength in bipolar acyclic argumentation graphs are laid out and compared to each other. Argument chains, linked arguments, link attackers and supporters, and convergent arguments are discussed. The strength of conductive arguments is also addressed but it is argued that more work on this type of argument is needed to properly distinguish argument strength from more general value-based components of such argu- ments. The overall conclusion of the article is that there is no justifiably unique solution to the problem of argument strength outside of a particular epistemological framework.

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Fundação para a Ciência e a Tecnologia

Programa de financiamento

5876

Número da atribuição

UID/FIL/00183/2013

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