Logo do repositório
 
A carregar...
Logótipo do projeto
Projeto de investigação

Representações de Macau e de Hong Kong na Literatura Infanto-Juvenil Portuguesa e Britânica na Transição do Século XX para o Século XXI

Autores

Publicações

Trauma and the Fictional Self-Portrait in Margaret Atwood's Cat's Eye and Ana Teresa Pereira's As Rosas Mortas
Publication . Paiva, Ana Brígida; Centro de Estudos Ingleses de Tradução e Anglo-portugueses (CETAPS); Centro de Estudos Anglísticos, Universidade de Lisboa | Ubiquity Press
Found at the crossroads between aesthetics and referentiality, portraiture is a hybrid form of painting conflating inner and outer references. Although the perceived connection and 'likeness' between work of art and the subject being depicted seems to differentiate portraiture from other kinds of paintings, this relationship to a perceived reality is far from linear, particularly so when portraits or other works of art are represented in literature - a longstanding literary device known as ekphrasis. The present article will demonstrate how literary representations of portraiture (more specifically, of self-portraiture) can be used to symbolise a narrative's underlying themes and motifs, namely, in Margaret Atwood's Cat's Eye (1988) and Ana Teresa Pereira's As Rosas Mortas (1998). Elaine and Marisa, Atwood and Pereira's first-person narrators, are both painters creating and describing a variety of self-portraits inspired by childhood trauma, fragmented memories, and the subconscious mind. Artistic self-expression becomes, in these novels, the distorted and indirect medium through which Elaine and Marisa question, integrate, and accept the traumatic and, at times, the monstrous within. This article will compare Atwood and Pereira's use of ekphrasis and examine how fictional self-portraits can be used to explore the relationship between subject and self-representation - an essentially fragmented and unstable relationship, especially so for survivors of trauma.
Representações de Macau e de Hong Kong na Literatura Infanto-Juvenil Portuguesa e Britânica na Transição do Século XX para o Século XXI
Publication . Ana Brígida Matias Paiva; Terenas, Gabriela Gândaras; Puga, Rogério Miguel
As Regiões Administrativas Especiais (RAE) de Macau e de Hong Kong desempenharam um papel particular nas relações sino-portuguesas e sino-britânicas ao longo da história, sobretudo considerando os seus distintos e longos processos de transição, que conduziram às respectivas transferências de soberania política. Portugal e a Grã-Bretanha foram, efectivamente, as duas últimas nações europeias a abandonar os territórios que haviam ocupado no Leste Asiático, os handovers de 1997 (no caso de Hong Kong) e de 1999 (no caso de Macau) representando o fim oficial dos impérios português e britânico. Contudo, ao contrário dos processos de descolonização de outras ex-colónias sob domínio português e britânico, Macau e Hong Kong não se tornaram independentes após as respectivas transferências de soberania política. Em vez disso, foi-lhes conferido um estatuto de Região Administrativa Especial da China, que lhes permitiria manter-se num estado de relativa autonomia por um período adicional de cinquenta anos. A importância política, social e histórica do período de transição que precedeu as transferências de soberania de Macau e de Hong Kong também afectou o mercado editorial infanto-juvenil em língua portuguesa e inglesa, tendo surgido neste período diversas publicações destinadas a crianças e jovens, tanto de ficção como de não-ficção. A presente investigação procura compreender o modo como Macau e Hong Kong foram representadas na literatura infanto-juvenil, na transição do século XX para o XXI, à luz das respectivas transferências de soberania política e das preocupações políticas, sociais e culturais que estas precipitaram nos respectivos contextos. Mais especificamente, pretende analisar-se de que forma as relações entre Portugal e a Grã-Bretanha com a China se articulam na literatura infanto-juvenil, demonstrando como este tipo de obras projecta, questiona e constrói discursos orientalistas, auto-imagens nacionais e questões de culpa colonial, a partir de uma reflexão sobre a relação entre passado, presente e futuro.

Unidades organizacionais

Descrição

Palavras-chave

Contribuidores

Financiadores

Entidade financiadora

Fundação para a Ciência e a Tecnologia

Programa de financiamento

OE

Número da atribuição

UI/BD/151107/2021

ID