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  • Imaginários do mar
    Publication . Carreto, Carlos; Sousa Martins, Luís; Salgueiro, Ângela; Departamento de Línguas, Culturas e Literaturas Modernas (DLCLM); Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH); Instituto de História Contemporânea (IHC)
  • Primeira Atualização ao Catálogo dos Contos Tradicionais Portugueses
    Publication . Correia, Paulo Jorge; Araújo, Maria; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH); Departamento de Estudos Portugueses (DEP)
    A Primeira Atualização ao Catálogo dos Contos Tradicionais Portugueses aumenta o inventário bibliográfico dos contos de tradição oral existentes em Portugal e as versões análogas dos países lusófonos, nomeadamente do Brasil. As versões dos contos referenciadas a partir de cento e dezassete obras são classificadas e descritas por conto-tipo e agrupadas por categorias (sub-géneros). O volume oferece ainda dois índices remissivos: um de concelhos portugueses e outro de novos tipos encontrados.
  • Vozes Transmontanas na Paisagem
    Publication . Alves, Isabel Maria Fernandes; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
    A paisagem na poesia de A. M. Pires Cabral (Chacim, 1941) traduz o encontro do homem e do poeta com a região de Trás-os-Montes. No entanto, a paisagem, tal como é entendida nesta reflexão, não pertence apenas ao domínio daquilo que é geográfico, físico, exterior; pelo contrário, a paisagem representada nos poemas de A. M. Pires Cabral é entendida como uma inscrição da intimidade, das convicções mais profundas e dos princípios mais enraizados no espírito do poeta. Na primavera de 2012, e no âmbito do projeto Atlas Literário de Portugal Continental, José Barbirei realizou um vídeo sobre as paisagens essenciais de A. M. Pires Cabral, em particular sobre os lugares que ilustrando um percurso geográfico representam, também, um itinerário poético. Assim, surgem no vídeo, par a par, imagens e poemas de Alvites, Serra de Bornes, Alvão e Douro. Na sua generalidade, este trabalho encontra em O Livros dos Lugares e Outros Poemas (1999) a sua principal matriz. É igualmente objetivo sublinhar-se o modo como uma leitura atenta dos poemas de A. M. Pires Cabral resulta numa redescoberta do(s) sentido(s) do(s) lugar(es), algo que, segundo Luisa Bonesio, se torna imperativo no mundo globalizado atual, “no qual as diferenças culturais e a rugosidade natural [são] anuladas numa superfície lisa e contínua” (Bonesio 203). Assim, neste trabalho defende-se que os lugares representados na poesia de A. M. Pires Cabral são a imagem de reentrâncias e vincos de uma paisagem há muito definida pela aspereza, isolamento e solidez.
  • Vozes Transmontanas na Paisagem
    Publication . Queiroz, Ana Isabel Costa Febrero; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
    Eu sou como um fragão da minha terra…” comporta duas partes centrais, intituladas: “Elogio do Homem e do Poeta” e “A Paisagem na Obra Poética de Manuel Vaz de Carvalho”, antecedidas por um “Preâmbulo”, no qual se mencionam circunstâncias que motivaram a realização do e-book e uma “Biografia Breve” do escritor. A obra poética de MVC é marcada pela autenticidade e pelos afetos. Os seus livros mais emblemáticos – “Poemas do Solstício”, “Visão Alvânica” e “Poemas do Afélio” – retratam vivências do quotidiano do poeta, um espaço-paisagem pluri-sensorial, como definido pelas correntes fenomenológicas da Geografia Cultural. Nesse espaço poético, MVC deixa transparecer uma dimensão ética muito forte, expressa no amor à família (pais, mulher e filhos), aos amigos e conterrâneos, de todas as classes sociais, com os quais prezava o convívio. Acrescem poemas inerentes à profissão de advogado, a música e a caça, seus hobbies prediletos, os lugares e às paisagens, em particular: a serra do Alvão, Cerva, sua terra natal, e o lugar da Timpeira, morada da casa da família, em Vila Real. A obra poética de MVC expressa também um forte compromisso ambiental e cívico, testemunhado em temas como a problemática da seca, a gestão dos baldios, o êxodo rural e abandono dos campos, o flagelo dos incêndios. É singular na obra poética de MVC o cuidado do autor em localizar e descrever os lugares poetados. Se houve quem alcunhasse MVC de Poeta-Caçador (Revista Calibre 12, 1994), é igualmente aplicável o epíteto de Poeta-Geógrafo
  • Imaginaire, physique et neurosciences.
    Publication . Thomas, Joël; Carreto, Carlos; Departamento de Línguas, Culturas e Literaturas Modernas (DLCLM); Instituto de Estudos Medievais (IEM); Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
    Da função dos neurónios-espelho à história das teorias e das representações do cérebro entre a Antiguidade Clássica e o século XXI, passando pela física quântica e as neurociências, a obra restabelece o diálogo interrompido entre as Humanidades e as Ciências Exatas. Neste sentido, convida-nos a reformular os pressupostos teóricos e hermenêuticos com que abordamos a obra de arte através de uma conceção profundamente renovada, tanto do ponto de vista metodológico como epistemológico, das ciências do imaginário.
  • Diálogo de Robim e do Teólogo
    Publication . Nunes, Irene; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
    O Diálogo de Robim e do Teólogo é um texto de pequena extensão conservado pela Biblioteca Nacional de Portugal em códice proveniente do Mosteiro de Alcobaça (BNP Alc. 200). Trata-se de um texto inovador a vários títulos, integrando-se num conjunto de obras muito em voga nos séculos XIV e XV, tanto na Península Ibérica quanto na Europa cristã transpirenaica: as obras penitenciais que advogam a implementação e prática da confissão auricular em detrimento da confissão pública, conforme preconizado pelo IV Concílio de Latrão (1215).
  • Lisboa nas narrativas
    Publication . Queiroz, Ana Isabel Costa Febrero; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
    Reúne-se um conjunto de 12 textos sobre Lisboa: 11 ensaios e um conto. Estes partem de representações literárias produzidas por escritores estrangeiros, mas também de afinidades disciplinares e da experiência própria da paisagem da cidade, deixadas transparecer pelos que os assinam. A reflexão que lhes serviu de elo e catalisador gerou-se na oficina internacional “Lisboa nas narrativas: olhares do exterior sobre a cidade antiga e contemporânea” realizada em Lisboa, no Palácio Belmonte e na Livraria Fabula Urbis, entre 1 e 8 de Fevereiro de 2012. Aí, participantes de diferentes áreas académicas analisaram conjuntamente o passado, o presente e o futuro da paisagem de Lisboa, equacionando dimensões geográficas, históricas, antropológicas, arquitectónicas, económicas, ecológicas e artísticas.
  • Eco de Dias Submersos
    Publication . Conceição, Carlos Augusto Ribeiro; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
    Em Rio Homem de André Gago, o destino pessoal de renúncia e exílio de um indivíduo (foragido da Guerra Civil de Espanha) surge entrelaçado com o destino de uma idílica comunidade em vias de extinção (Vilarinho das Furnas). O arco temporal da narrativa está compreendido entre o árduo período de fuga de Rogelio e o seu (involuntário) suicídio no início da década de setenta (coincidente com a submersão de Vilarinho). A narrativa é entrecortada por momentos de contextualização da conjuntura histórica e política, nacional e internacional. Vilarinho das Furnas surge como um reduto emblemático de resistência individual e coletiva a um processo de modernização niveladora. Além de ser um oásis humano, por via da mencionada personagem principal, Vilarinho emerge como um protótipo arcaico de uma comunidade utópica em época de retraimento da vanguarda política. No romance, o sentimento nostálgico por lugares condenados a uma irreversível desaparição – atingidos pela degradação e delapidação do ambiente, biológico e histórico-cultural – não deixa de ser acompanhado, aqui e ali, por um fascínio pela magnitude absoluta das forças da natureza e por um fascínio mitigado (tingido de terror) diante da magnitude relativa das forças de modernização.
  • Paisagens Literárias e Percursos do Fado
    Publication . Queiroz, Ana Isabel (Org.)
    Os artigos reunidos neste volume aprofundam um conjunto de comunicações apresentadas no colóquio com o mesmo nome, realizado no Museu do Fado em Abril de 2014. Neles se analisa a presença de Lisboa nas letras do fado ao longo da história da canção, os locais de encontro lisboetas retratados na literatura portuguesa da segunda metade do século XIX e a construção de percursos poéticos como mediação entre os cidadãos e o património imaterial da cidade, tomando para exemplo a lírica fadista.
  • Sofrimento, resistência e luta. Ressonâncias na Literatura Portuguesa do século XX.
    Publication . Queiroz, Ana Isabel; Cunha, Fernanda; Ferreira, Isabel Vasconcelos
    Partindo de um corpus literário constituído por 11 romances do século XX, tomados como exemplos, os capítulos deste volume tratam separadamente dos conceitos de sofrimento, resistência e luta, cruzando os seus objectos de análise com a historiografia contemporânea produzida em contexto académico.