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  • Introdução / notas das editoras
    Publication . Alves, Margarida Brito; Jecu, Marta; Departamento de História da Arte (DHA); Instituto de História da Arte (IHA); Edições Universitárias Lusófonas
  • Narcisos insubmissos
    Publication . Marconi, Dieison; Vázquez-Rodríguez, Lucia Gloria; Marques, Bruno; Bortolon, Flávia Jakemiu Araújo; Instituto de História da Arte (IHA); Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH); Universidade Estadual de Maringá
    Diante da compreensão de que compartilhamos um passado histórico e sociocultural recente e similar (semiperiférico, ditatorial, colonial, cristão, monoteísta patriarcal), o que as artes ibero-americanas teriam a dizer sobre as ficções dominantes e com que ferramentas estéticas e dissensuais fariam frente a um consenso policialesco de gênero, sexualidade, raça e classe social? Que cenas, gestos e rostos, mesmo que transitórios, ambíguos e relacionais, poderiam perturbar determinados regimes policialescos não apenas de raça, gênero e classe, mas também perturbar as próprias ficções dominantes no campo das artes? Com este número, pretendemos analisar então as operações discursivas e estéticas que ocorrem quando são as subjetividades subalternas que representam a si mesmas, em vez de serem retratadas a partir do olhar de um Outro hegemônico que frequentemente procura coisificá-las, dominá-las e observá-las de uma distância que não contamine sua subjetividade.
  • Sex and Censorship in Art
    Publication . Marques, Bruno; Duarte, Miguel Mesquita; Rodrigues, Érica Faleiro; Instituto de História da Arte (IHA); Instituto de História da Arte/FCSH-UNL
    This issue of Revista de História da Arte presents a collection of articles aiming to contribute to an understanding of how censorship and the repression of sexuality and eroticism have impacted the creation, circulation, exhibition, and interpretation of works of art in different contexts and across several geographies; and, in turn, how the structures of censorship and control of artistic production are shaped by a range of forces including political control, forms of institutionalisation, acts of transgression, and social and historical dynamics.
  • Introduction
    Publication . Lobo, Paula Ribeiro; Departamento de História da Arte (DHA); Instituto de História da Arte (IHA); Archivo Press
    Circulation, aggregation, computation or commodification are increasingly used terms when discussing current image-based artistic production. With temporal continuities and discontinuities being explored through the use of digital tools or purpose-built mechanisms, artists and researchers have been reflecting upon photography’s timely and untimely nature by, among other strategies, questioning categories and (re)addressing post-photographic practices. From the framework presented in Archivo Papers Journal 2:1, within a volume dedicated to the theme “Shaping Time”, this issue gathers a selection of papers and portfolios that we can relate to the Agambenian broad definition of apparatus. Simultaneously, these proposals configure conceptual and visual perspectives that delve into mediation practices, both informing and transforming our relations to present time.
  • Introduction
    Publication . Lobo, Paula Ribeiro; Departamento de História da Arte (DHA); Instituto de História da Arte (IHA); Archivo Press
    Our relation with the notion of time, ever volatile, seems to be shifting again. Since the systematisation and measuring procedures introduced by the industrialisation of labour, there have been numerous apparatuses developed and put into practice to organise our life in modern society according to temporal coordinates. Yet, clock time may not match the perception of passing hours. And eras may not adjust to calendar divisions. One hundred years ago, on 6th April 1922, Albert Einstein and Henri Bergson had the most illustrious debate on the nature of time itself, with clashing perspectives that drew on science and culture and which have since inspired numerous theoretical stands. Though past, present and future still constitute the general parameters we refer to, the concepts and layers convoked when considering the duration and simultaneity of time, in its relation to history, memory and action are many. For us, living in 2022 – still dealing with Covid global pandemic and now abruptly facing the Russian invasion of Ukraine and a new war in Europe that violates established humanitarian rules and international law by the hour – time has become an even more unstable and ungraspable notion...
  • Archive and Conflict
    Publication . Guasch, Anna María; Pinho, Ana Catarina; Valls Bonfill, Arola; Olalla , Pablo Santa; Instituto de História da Arte (IHA); Archivo Press
    The collaborative project 'Archive and Conflict: Archives and the Techno-Aesthetics of Datafication' between the Archivo Platform and the Global Art Archive Research Network (Universitat de Barcelona) has resulted in the publication of this journal volume. It explores the dynamic nature of archives and the significant role of photography and other lens-based media in shaping our understanding of historical and cultural legacies, especially those related to conflicts. By investigating the convergence of documentary sources in both analogical and digital archival contexts, and the ways in which they express imaginaries, representations, and memories, this volume seeks to elucidate the complex mechanisms that influence our perceptions of the past, the present and thus the possibility of realising more equitable futures. Through this exploration, contributors examine how archives serve as indispensable tools for comprehending, preserving, and reinterpreting cultural and historical narratives related to conflict events.
  • Por favor, toque!
    Publication . Marques, Bruno; Instituto de História da Arte (IHA)
    Que tipo de arte as instituições actuais consagram? Que espectadores produzem? Como usar estratégias de activação do espectador (mobilizadoras de proximidade), sem esbarrar com os códigos e normas da Galeria de Arte (na maioria dos casos exercidas como forças de distância)? Galeria é uma visita performática que questiona os constrangimentos físicos e sociais que derivam das convenções a que obedecemos no momento da visita ao museu. Mobilizador de um ponto de convergência entre a prática das artes performativas e o lugar das artes visuais, Galeria materializa um espaço de criação teatral tornado ambíguo e aberto a vários lugares e cruzamentos. Ocupando o espaço desta “galeria branca”, primeiro, na figura mais convencional da “visita guiada”, e, seguidamente, experimentando estratégias de “mediação cultural”, configura uma abordagem à criação multidisciplinar e híbrida que integra as dimensões educativa, social e artística. Perante a fragilidade geral das democracias e os seus subsequentes perigos para a vivência coletiva, Galeria surge como uma oportunidade para reconsiderar os campos da arte, da participação e da política, num diálogo necessário entre instituição e prática, criador e espectador, teatro e vida. FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA Direção artística e dramaturgia | Teresa VazAssistência de direção artística e dramaturgia | Miguel PonteCriação e interpretação | Afonso Viriato, Joana Campelo,Mariana Barros e Sofia Freitas AbreuPodcast | Helena Caldeira e Jorge AlbuquerqueCuradoria teórica | Bruno MarquesFigurinos | Isabel BrissosEspaço cénico | Tainah Ramos e Yago BarbosaEspaço sonoro | Miguel Sobral CuradoProdução | Diana AlmeidaAssessoria de comunicação | Helena MarteleiraDesign gráfico | Sérgio CondeçoVídeo | DROID.IDFotografia | Jorge AlbuquerqueTesouraria e contabilidade | Francisco Pisco Agradecimentos: Beatriz Sousa, Bruno Marchand, DavidErlich, Fernando Teixeira, Joana Araújo, João Belo, JoãoSousa, Lúcia Marques, Manuela Fialho, Nuno Bernardo,Raquel Ribeiro dos Santos Coprodução: Fundação CGD CulturgestApoios: Biblioteca de Marvila, Largo Residências, RepúblicaPortuguesa - Ministério da Cultura M/6 | 90min
  • 13 de maio
    Publication . Fernandes, Paulo Manuel Quintas de Almeida; Departamento de História da Arte (DHA); Instituto de História da Arte (IHA); Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
    Mais de dois séculos e meio após o terramoto de 1755, Sebastião José de Carvalho e Melo é um nome ainda indissociável da História da capital portuguesa. Poucos lisboetas saberão, contudo, que a data do seu nascimento (13 de maio) foi já feriado municipal. Quando tal sucedeu, em 1926, por decisão do executivo autárquico, a figura do Marquês de Pombal era objeto de culto político desde os primeiros tempos da monarquia constitucional e, no momento de eleger a data do feriado municipal, a Câmara escolheu aquele que era considerado o «reedificador de Lisboa». Esta opção foi apenas uma de várias iniciativas municipais que culminavam num espírito Oitocentista fortemente relacionado com Pombal. Ao longo de praticamente 100 anos e percorrendo três regimes, o Marquês foi uma figura considerada heroica e unificadora de uma ideia de Portugal. 1926 foi um ano-destino dessa reverência histórica ao ministro de D. José, um momento tão decisivo como efémero na gestão da memória pública desta controversa figura.
  • À Descoberta do “Ouro Branco”
    Publication . Pereira Coutinho, Maria João; Cardoso de Matos, Ana; Quintas, Armando; Moura Soares, Clara; Massano Rodrigues, Rute; Pinho, Joana Balsa de; Oliveira, Lina Marrafa de; Moreira, Noel; Monteiro, Patricia; Instituto de História da Arte (IHA)
    Caderno de educação patrimonial, destinado ao 3º ciclo.