Fragmenta Histórica - História, Paleografia e Diplomática (2025) Nº 13
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- Lourenço Monteiro, cavaleiro de D. Manuel, queixa-se ao rei acerca da atuação de uns besteiros do monte que se tinham escusado do seu serviço (1501)Publication . Fernandes, Sérgio André Antunes; Instituto de Estudos Medievais (IEM); Centro de Estudos Históricos (CEH), Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH), Universidade Nova de Lisboa (UNL)[1501, Silves, março, 2 Carta do cavaleiro Lourenço Monteiro ao rei D. Manuel I sobre os besteiros do monte que não o queriam servir a mando da mulher de Diogo Moniz, com a qual tinham urdido um plano para não cumprirem a sua obrigação, e que, por isso, os tinha prendido e penhorado. 2 March 1501, Silves Letter from cavaleiro Lourenço Monteiro to the King D. Manuel I, explaining that the besteiros do monte refused to serve him under orders from Diogo Moniz’s wife, with whom they had plotted to avoid their duty. As a result, he had them arrested and their property seized.
- Proibição do comércio e da abertura de casas de pousada fora das muralhas de torre de Moncorvo (1376)Publication . Luís, Miguel Augusto; Instituto de Estudos Medievais (IEM); Centro de Estudos Históricos (CEH), Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH), Universidade Nova de Lisboa (UNL)1376, Torre de Moncorvo, [sem mês] 14. Documento por que se determina que o comércio só possa ser feito no espaço muralhado da vila, e só aí se possam fazer novas estalagens. Devem reabrir-se as estalagens que existiam antes da guerra com Castela e fechar-se as que foram feitas após o facto no arrabalde. Pretende-se evitar que se mercadeje fora dos espaços designados para o efeito, as praças do interior da muralha, e que se escape ao controlo das autoridades concelhias e régias. 14 [...] 1376, Torre de Moncorvo. Document establishing that trade may take place only within the walled area of the town, and that new inns may be opened only there. The inns that existed before the war with Castile must be reopened, and those created afterwards in the suburb must be closed. The measure seeks to prevent trading outside the designated spaces, the squares within the walls, escaping the supervision of municipal and royal authorities.
- Carta do General Jean-Baptiste Drouet dirigida do marechal Michel Ney (dezembro 1810)Publication . Moreno, Diogo Ferreira Melo; Instituto de História Contemporânea (IHC); Centro de Estudos Históricos (CEH), Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH), Universidade Nova de Lisboa (UNL)1810, Torres Novas, dezembro, 30 Esta carta é referente à chegada do General Jean-Baptiste Drouet à posição do General André Masséna, no contexto da Terceira Invasão Francesa, e a um desentendimento entre ambos. 30 December 1810, Torres Novas This letter refers to General Jean-Baptiste Drouet’s arrival at General André Masséna’s position during the Third French Invasion, and to a disagreement between the two.
- Registo dos ofícios e ordens sobre plantações de árvores nas províncias do Norte (1803)Lopes, Ana Isabel1803, Porto, Março, 28 — 1820, Lisboa, Maio, 20 Registo de ofícios e ordens de oficiais locais, regionais e nacionais sobre a plantação de árvores, nomeadamente amoreiras e pinheiros, estado de conservação de matas e bosques e cadastro de baldios e maninhos existentes para esse efeito, no território a norte de Coimbra.
- Autos de regulação de taxas para a venda de bens de consumo produzidos por alfaiates, cardadores, curtidores, ferradores, ferreiros, oleiros, tecelões, tintureiros e sapateiros no concelho de Arraiolos [1703]Lopes, Bruno[1703], Arraiolos, Março, 6 Autos realizados na Câmara de Arraiolos, no distrito de Évora, a 6 de março de 1703, para estabelecimento do preço pelo qual alfaiates, cardadores, curtidores, ferradores, ferreiros, oleiros, tecelões, tintureiros e sapateiros poderiam vender bens de consumo no concelho de Arraiolos. Estipulam-se, ainda, as penas a aplicar, que reverteriam para a fazenda camarária, em caso de incumprimento. Estão presentes as autoridades locais: o juiz de fora, os vereadores, os procuradores da câmara e do povo, o escrivão da câmara, assim como dois homens nobres, o juiz dos mesteres e respetivo escrivão, e oficiais mecânicos em representação dos seus pares.
- Auto de regulação de taxas para a venda de bens de consumo produzidos por curtidores e sapateiros no concelho de Arraiolos [1696]Lopes, Bruno[1696], Arraiolos, Janeiro, 25 Auto realizado na Câmara de Arraiolos, no distrito de Évora, a 25 de janeiro de 1696, para estabelecimento do preço pelo qual curtidores e sapateiros poderiam vender bens de consumo no concelho de Arraiolos. Estipulam-se, ainda, as penas a aplicar, que reverteriam para a fazenda camarária, em caso de incumprimento. Estão presentes as autoridades locais: o juiz de fora, os vereadores, os procuradores da câmara e do povo, o escrivão da câmara, assim como dois homens nobres, o juiz dos mesteres e respetivo escrivão, e quatro oficiais mecânicos, estes últimos em representação dos seus pares.
- Auto de regulação de taxas para a venda de bens de consumo produzidos por curtidores e sapateiros no concelho de Arraiolos [1694]Lopes, Bruno[1694], Arraiolos, Janeiro, 30 Auto realizado na Câmara de Arraiolos, no distrito de Évora, a 30 de janeiro de 1694, para estabelecimento do preço pelo qual curtidores e sapateiros poderiam vender bens de consumo no concelho de Arraiolos. Estipulam-se, ainda, as penas a aplicar, que reverteriam para a fazenda camarária, em caso de incumprimento. Estão presentes as autoridades locais: o juiz de fora, os vereadores, os procuradores da câmara e do povo, o escrivão da câmara, assim como dois homens nobres, o juiz dos mesteres e respetivo escrivão, e quatro oficiais mecânicos, estes últimos em representação dos seus pares.
- Carta anónima a D. Pedro, príncipe regente, sobre a pregação contra os cristãos-novos (1680)Nto, Sílvio de Almeida Toledo1680, Covilhã, 28 de abril Carta anónima a D. Pedro, Príncipe Regente de Portugal, em que se dá notícia de um religioso franciscano que, por meio de suas pregações, incita a perseguição e a injúria aos cristãos-novos.
- Carta de Bartolomeu da Fonseca a Filipe II de Portugal [1605]Ehalt, Rômulo[1605, Valladolid?] Carta de Bartolomeu da Fonseca, membro do Conselho Geral da Inquisição de Portugal, a D. Filipe II.
- Carta de Bartolomeu da Fonseca a D. Juan de Borja (1604)Ehalt, Rômulo1604, [Valladolid?], Julho, 25 Carta de Bartolomeu da Fonseca, do Conselho Geral da Inquisição de Portugal, a D. Juan de Borja, Presidente do Conselho de Portugal.
