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dc.contributor.authorPereira, Ana Patrícia Faria-
dc.date.accessioned2013-06-03T09:31:14Z-
dc.date.available2013-06-03T09:31:14Z-
dc.date.issued2013-05-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/9761-
dc.descriptionTese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em Sociologia, especialidade de Sociologia Urbana, do Território e do Ambientepor
dc.description.abstractNas últimas décadas, cidades portuárias em todo o mundo, como Lisboa, têm vindo a ser particularmente afectadas por processos de transformação global que têm alterado de forma decisiva os espaços urbanos e as formas como os urbanitas se relacionam com eles. Estas cidades competem entre si ao nível internacional, pelo que os poderes públicos locais e centrais procuram implementar políticas urbanas e criar infra-estruturas para reorientá-las de acordo com os interesses dos investidores globais. Foi nesse contexto que, associado à realização da Expo’98, se concretizou o projecto de intervenção urbana que deu origem ao Parque das Nações. Esta nova área ribeirinha residencial, comercial e de serviços, tem-se vindo a constituir numa “montra” de Lisboa. Os seus espaços públicos, concebidos como lugares seguros e ordenados, apetecíveis para fins lúdicos, constituem um elemento importante da estratégia de competitividade urbana da capital portuguesa. Recorrendo ao método de pesquisa de terreno, esta investigação explorou os modos de apropriação e interacção que esses espaços públicos suscitam. A partir desse objectivo inicial surgiram várias outras questões às quais se procurou responder ao longo a investigação. Que forças concorrem para a transformação de espaços industriais e portuários em espaços-montra das metrópoles, como o Parque das Nações? Poderemos considerar que o Parque das Nações resultou de um processo de gentrificação? Como é que estas questões se relacionam com a produção e reprodução de desigualdades urbanas e metropolitanas? Ancorado em diferentes escalas de análise, o trabalho buscou ainda contextualizar a edificação e a consolidação do Parque das Nações no âmbito dos processos de expansão da zona oriental de Lisboa e do crescimento metropolitano. O estabelecimento de pontes comparativas com o caso de Boston permitiu lidar com as dimensões globais dos processos de transformação de frentes de água urbana.por
dc.languagepor-
dc.language.isootherpor
dc.publisherFaculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboapor
dc.relationSFRH/BD/37598/2007por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectLisboapor
dc.subjectParque das Naçõespor
dc.subjectFrentes de água urbanaspor
dc.subjectEspaços públicospor
dc.subjectGentrificaçãopor
dc.subjectSociologia Urbanapor
dc.titleO Parque das Nações em Lisboa: uma montra da metrópole à beira-Tejopor
dc.typedoctoralThesispor
dc.identifier.tid101290837-
Appears in Collections:FCSH: DS - Teses de Doutoramento



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