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“Sem cobre e prata nada de especiarias”

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Resumo(s)

Nas primeiras duas décadas do século XVI, o comércio luso-alemão intensificou-se consideravelmente. Atraídas pelas especiarias e outras riquezas orientais, poderosas casas comerciais de Augsburgo e de Nuremberga, estabeleceram-se em Lisboa. Estas empresas alemãs tinham uma relevância especial para a Coroa portuguesa dado ocuparem na Europa um papel dominante como fornecedores de prata e de cobre, dois metais imprescindíveis para se efectuarem as trocas comerciais no Espaço Índico. Deste modo, tornaram-se, temporariamente, os parceiros comerciais mais importantes de D. Manuel I que lhes concedeu os privilégios mais vantajosos, outorgados a mercadores estrangeiros em Portugal no século XVI.

Descrição

UID/HIS/04666/2013 UID/HIS/04666/2019 UID/HIS/00749/2013 UID/HIS/00749/2019 DL57/2016/CP1453/CT0034

Palavras-chave

História Económica Comércio ultramarino Relações luso-alemãs Casas comerciais da Alta Alemanha Privilégio dos Alemães

Contexto Educativo

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