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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
As concepções de felicidade tomam, desde o aparecimento das primeiras sociedades humanas, até aos dias de hoje, as formas mais diversas. O estado de felicidade (ou mais precisamente a sua ausência) foi associado quer a um destino inexorável, na Antiguidade Clássica, quer à capacidade de aceitação do sofrimento em troca de um paraíso celeste, durante a Idade Média, quer ao desejo humanista de dar ao indivíduo dignidade e liberdade. A partir do século XVIII, a felicidade começa a ser vista como um estado de espírito que o ser humano tem o direito de procurar obter e ao longo do século XIX a arte e as estruturas sociais estarão também presentes na transformação do conceito. O séc XX aborda a felicidade do ponto de vista biológico, do ponto de vista da psicologia positiva ou a da economia da felicidade, por exemplo com o paradoxo de Easterlin.
Procuraremos mostrar como a imagem da felicidade é representada em alguns textos literários, como expressão de um talento individual mas também de um momento específico da evolução cultural do conceito.
Descrição
http://www.proximofuturo.gulbenkian.pt/sites/proximofuturo/files/ficheiros/ALDA_CORREIA_Felic_Prox_Fut.pdf
Palavras-chave
Felicidade Processo criativo Cultura Literatura
Contexto Educativo
Citação
Editora
Fundação Calouste Gulbenkian
