Logo do repositório
 
A carregar...
Miniatura
Publicação

Indicadores de Conforto Térmico para Áreas Verdes Urbanas

Utilize este identificador para referenciar este registo.
Nome:Descrição:Tamanho:Formato: 
APDR2019_Santos_Silva_Gomes_Ramalhete.pdf5.74 MBAdobe PDF Ver/Abrir

Orientador(es)

Resumo(s)

Numa cidade densamente construída, a presença de espaços verdes contribui para o bem-estar e qualidade de vida em meio urbano. Estes espaços constituem oportunidades para mitigar o efeito da Ilha de Calor, proporcionando simultaneamente, áreas confortáveis para a prática de atividades de lazer e recreio aos seus utilizadores. Seguindo este modelo de desenvolvimento sustentável, a Câmara Municipal de Lisboa tem vindo a investir em projetos de requalificação do espaço público que incluem novas áreas verdes. Neste trabalho, propõe-se que cada projeto de requalificação seja acompanhado por um conjunto de indicadores que permitam quantificar o potencial conforto térmico dos futuros espaços verdes. Este tipo de informação permite avaliar o impacto das estratégias de mitigação ou de adaptação propostas antes da sua implementação no território. O objetivo deste trabalho é analisar o impacto da requalificação de logradouros impermeabilizados em logradores verdes, na sensação individual de conforto térmico. A metodologia selecionada para a produção dos indicadores recorreu à modelação microclimática em ambiente SIG – Sistema de Informação Geográfica. A informação de base incluiu um modelo digital de superfície, a informação sobre a ocupação do solo, e as condições climatéricas características da cidade de Lisboa. A metodologia envolveu a simulação de dois cenários: um cenário que representa a situação antes da requalificação (logradouro impermeável), e outro cenário que representa a situação após a intervenção (logradouro verde). O resultado do processo de simulação é um conjunto de variáveis térmicas ambientais e individuais. O indicador de conforto térmico estudado é o PMV (Predicted Mean Vote – Voto Médio Estimado), desenvolvido por Fager (1972), que permite fazer uma análise subjetiva do nível de conforto térmico dos utilizadores destes espaços. Comparando os indicadores térmicos em diferentes cenários de planeamento urbano é assim possível quantificar quais os potenciais ganhos em conforto nos novos espaços verdes, privilegiando deste modo os projetos que aliem à dimensão paisagística a dimensão ambiental.

Descrição

UID/SOC/04647/2019 DL 57/2016/CP1453/CT0004

Palavras-chave

Conforto Térmico Indicadores Logradouros Planeamento Verde

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Projeto de investigaçãoVer mais

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

APDR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional

Licença CC