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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A discutida (e discutível) afirmação de Susan Bassnett sobre a morte da Literatura
Comparada (Bassnett, 1995) compreende, de facto, duas partes: a morte e o renascimento sob
outras formas. Estas formas incluem, por exemplo, a completa reavaliação dos modelos culturais
ocidentais e o ultrapassar das fronteiras disciplinares. As escolas comparatistas dos anos 90,
nomeadamente as que se situam em termos geográficos e modelares fora da Europa e dos modelos
europeus e americanos, debruçam-se sobre questões como a identidade cultural nacional, a sua
relação com o cânone literário, as implicações sociais e políticas da influência cultural, ou as
questões da periodização. É necessário reconhecer que existe um modelo pós-europeu de literatura
comparada, que assenta num ponto de vista diverso, porque geográfica e culturalmente está “atado”, para usar a imagem de Paz, a um outro solo. E será também necessário admitir que a
noção actual de crise desta área resulta, uma vez mais, de uma visão predominantemente
eurocêntrica.
Descrição
Palavras-chave
Literatura comparada Literatura regionalista Local Universal
