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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Esta tese pretende estruturar uma visão crítica e aprofundada da escultura portuguesa
do século XIX, a partir da análise dos modelos formais adoptados pelos escultores na
produção das suas obras, e dos conceitos estéticos que os fundamentaram.
Na base dessa perspectiva encontram-se duas figuras de diferentes gerações,
Francisco de Assis Rodrigues (1801-1887) e Vítor Bastos (1824-1894), que formam o
eixo fundamental para a compreensão da produção escultórica do século nos seus
novos protagonismos.
A relação entre estes escultores, responsáveis pela expressão artística e teórica de
conceitos que se perpetuam muito para além do seu tempo, tem sido frequentemente
considerada de conflito e rivalidade. Propomo-nos nesta tese reavaliá-la, tomando por
base de reflexão o modo como os ideais defendidos pelos dois artistas se cruzam e
influenciam, e o seu impacto na escultura de Oitocentos.
Os seus contributos são também articulados com aqueles que marcam o período
anterior e posterior aos seus desempenhos, e identificadas as linhas programáticas
comuns, desenhando um quadro de referências e raízes que se situam nos domínios
da arte e da teoria, quer nacionais quer internacionais.
Com a perspectiva proposta pretendemos ainda estabelecer um tecido de relações
que julgamos contribuir para auxiliar a compreender as opções e as soluções que se
seguem, e estendem pelo século XX.
Descrição
Tese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau
de Doutor em História da Arte Contemporânea
Palavras-chave
Século XIX Escultura Francisco Assis Rodrigues Vítor Bastos Neoclassicismo Romantismo
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
