| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 3.41 MB | Adobe PDF | |||
| 161.32 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A distinção dicotómica entre ciências naturais e ciências sociais deixou de ter sentido e
utilidade. Esta distinção assenta numa concepção mecanicista da matéria e da natureza
a que contrapõe, com pressuposta evidência, os conceitos de ser humano, cultura e sociedade.
(…)
No paradigma emergente o conhecimento é total, tem como horizonte a totalidade universal
de que fala Wigner ou a totalidade indivisa de que fala Bohm. Mas sendo total, é
também local. Constitui-se em redor de temas que em dado momento são adoptados por
grupos sociais concretos como projectos de vida locais, sejam eles reconstituir a história
de um lugar, manter um espaço verde, construir um computador adequado às necessidades
locais, fazer baixar a taxa de mortalidade infantil, inventar um novo instrumento
musical, erradicar uma doença, etc., etc.. A fragmentação pós-moderna não é disciplinar
e sim temática. Os temas são galerias por onde os conhecimentos progridem ao encontro
uns dos outros. Ao contrário do que sucede no paradigma actual, o conhecimento
avança à medida que o seu objecto se amplia, ampliação que, como a da árvore, procede
pela diferenciação e pelo alastramento das raízes em busca de novas e mais variadas
interfaces.
Descrição
Palavras-chave
Mulheres Imprensa Feminismo Pioneiras estudos sobre as mulheres Mulheres escritoras
