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Orientador(es)
Resumo(s)
Novas perspectivas sobre a Poética de Aristóteles como teoria genérica não da arte
literária mas do design específico para o entretenimento audiovisual dirigido a um
público colectivo e não individual. Reavaliação da natureza e extensão dos preceitos de
Aristóteles à arte dramática, com o objectivo de coordenar as premissas do cinema de
Hollywood com as da tragédia grega. Reavaliação da chamada idiossincrasia trágica
num enquadramento teórico, cujo propósito passa pela actualização dos primados
identificados na Poética, nomeadamente o primado da mimese sobre a diegese, o
primado da comoção sobre o da acção e, por último, o primado da ética política sobre a
expressão individual. Todos estes primados são justificados no âmbito de uma arte
popular e industrial, que conjuga demagogia e entretenimento, destacando o cinema
como técnica especialmente apta à promoção de temor e compaixão, esperando
contribuir para uma nova visão do «trágico» como lugar-comum, e da tragédia como
matriz daquilo que o público espera e exige.
Descrição
Dissertação de Doutoramento no ramo de Estudos Portugueses, especialidade em Teoria Literária
Palavras-chave
Poética Aristóteles Cinema
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
