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Orientador(es)
Resumo(s)
Entre 1968 e 1975, a contradição entre capital e trabalho polarizou a evolução da situação política e económica portuguesa. Desde a eclosão de conflitos laborais que marcou o «Marcelismo» (ou seja, o período durante o qual o país foi governado por Marcelo Caetano, de Setembro de 1968 a Abril de 1974) até ao processo de nacionalizações e ocupações de terra que decorreu após o golpe militar de 25 de Abril de 1974, os trabalhadores bancários revelaram uma apreciável capacidade de mobilização e organização colectiva. Esta dissertação procura apresentar as principais linhas de força deste ciclo de lutas sociais e as suas consequências políticas e económicas, interpretando a nacionalização da banca no contexto do processo revolucionário de 1974-75, destacando elementos como a sabotagem económica, o controlo operário e os aspectos financeiros da «via portuguesa para o socialismo».
Descrição
Dissertação apresentada para o cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em História na especialidade de História Económica e Social Contemporânea.
Palavras-chave
Bancos Nacionalizações Conflitos sociais Revolução portuguesa, Controlo operário Socialismo
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
