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O Partido Comunista Português e a Guerra Fria: “sectarismo”, “desvio de direita”, “Rumo à vitória” (1949-1965)

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Resumo(s)

Entre a prisão de Álvaro Cunhal em 1949 e o triunfo formal das suas teses no VI Congresso do PCP, em 1965, o Partido Comunista Português viveu anos difíceis e flutuações de linha política, pontuadas por fortes debates e crises internas. O acuo partidário dos primeiros anos cinquenta deu lugar, à sombra do XX Congresso do PCUS e de velhas e enquistadas concepções políticas, a um designado “desvio de direita” em que os fundamentos doutrinários – independência operária como esteio fundamental da política de alianças e via do levantamento nacional para o derrube do regime – tal como a concebera Álvaro Cunhal foi paulatinamente substituído. Após a sua audaciosa fuga da prisão no início de 1960, Cunhal procederá à rectificação desse “desvio” e reporá a “linha do levantamento nacional” consubstanciada em termos doutrinários no “Rumo À Vitória”, documento fundamental que está na base do programa aprovado no Congresso de 1965.

Descrição

Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em História Institucional e Política Contemporânea

Palavras-chave

Centralismo Democrático Clandestinidade Comunismo Democracia Desvio de Direita Guerra Fria Estalinismo Oposição Salazarismo Sectarismo Transição

Contexto Educativo

Citação

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Editora

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

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