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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Ao longo de décadas, os media digitais têm sido permeáveis a um discurso que, genericamente, os representa como protagonistas de uma desmaterialização da comunicação e da cultura, assumida, em termos simples, como a substituição de artefactos físicos por uma representação electrónica (ex. o CD pelo. mp3, o livro impresso pelo e-book). A condição digital surge, assim, frequentemente envolta numa fantasmagoria em que a existência material é remetida para uma zona de exclusão–os dados, o software, a computação nas nuvens–entre a utopia e a distopia de uma mediação sem corpo.
Descrição
UID/CCI/04667/2016
