FCSH: CESEM - Capítulo de livros nacionais
URI permanente para esta coleção:
Navegar
Entradas recentes
- PrefácioPublication . Castro, Paulo Ferreira de; Departamento de Ciências Musicais (DCM); Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)
- No Teatro Das Laranjeiras, retiro campestre e cosmopolita de um “Fanatico Per La Musica"Publication . Cymbron, Luísa; Departamento de Ciências Musicais (DCM); Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)
- Mapeando o currículoPublication . Valente, Bianor da Cruz; Ferreira, Nuno Martins; Mendes, Luís; Melo, Nuno; Brunheira, Lina; Almeida, Pedro; Pereira, Susana; Estela, Antónia; Marques, Ana Silva; Pereira, Teresa; Vieira, Natália; Luz, Carlos; Relvas, Mário; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)A abordagem baseada em competências é uma das tendências fortes nos currículos atuais. Em Portugal, as Aprendizagens Essenciais (AE) definem explicitamente os conhecimentos, capacidades e atitudes a serem alcançados em cada ano ou ciclo de escolaridade em cada componente curricular. Esta perspetiva tem sido adotada como uma forma de promover uma educação mais abrangente e centrada no desenvolvimento integral dos alunos dentro do sistema educacional português. Nesta abordagem curricular, o papel dos conteúdos precisa de ser mais clarificado, uma vez que persiste a falsa dicotomia “competência” em vez de “conteúdo”, mesmo nas representações dos docentes, o que condiciona a análise do currículo e, consequentemente, a sua implementação. Neste capítulo é apresentado o mapeamento do currículo veiculado pelas AE no 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), procurando cruzar competências e áreas de conteúdo e identificando-se a presença ou ausência das 28 competências definidas no projeto Education 2030 (OCDE, 2020). Os resultados evidenciam que é possível identificar todas as competências desse projeto no currículo do 1.º CEB, no entanto, algumas são mais frequentes do que outras; que há competências que surgem em todas as áreas de conteúdo, enquanto outras apenas estão patentes em algumas; e que existem áreas de conteúdo cujas AE foram codificadas com uma grande diversidade de competências e áreas com menor diversidade de competências. Conclui-se, assim, que as AE evidenciam a interligação entre técnicas e áreas de conteúdos, reforçando a importância de uma abordagem completa e integradora no processo educativo. Neste capítulo, tal situação será abordada de forma aprofundada e sistematizada.
- Missa oferecida a D. Dulla em 1820 - Marcos António Portugal (1762-1830)Publication . Marques, António Jorge; Salgueiro, Luís; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)
- TANI, Maria da GlóriaPublication . Pacheco, Alberto; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)Cantora italiana, irmã de Marcello, Pasquale, Cristovão e Francesco Tani. Deve ter se transferido para o Rio de janeiro seguindo o exemplo de seus irmãos cantores, os castrati Marcello e Pasquale, que chegaram à cidade em 1816, contratados para atuar na Capela Real . Esteve presente nas temporadas líricas cariocas da década de 1820.
- TANI, FrancescoPublication . Pacheco, Alberto; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)Trompista italiano, irmão de Marcello, Pasquale, Cristóvão e Maria da Glória Tani. Tudo indica que tenha chegado ao Rio de janeiro, em 1816, onde foi músico da Real Câmara e da Real Capela.
- LEAL, Eleutério FrancoPublication . Pacheco, Alberto; Trilha, Mário; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)Compositor, teórico, contrapontista, mestre do Real Seminário de Música da Patriarcal de Lisboa, organista, professor de piano e Mestre de Capela da Sé Patriarcal de Lisboa.
- Música & EfémeroPublication . Rocha, Luzia Aurora; Oliveira Prates, Nuno; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)
- Paisagens sonoras e tópicos musicaisPublication . Wady, Juliana; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)
- Dinâmicas extremas através dos movimentos corporais na interpretação da música para piano contemporâneaPublication . Telles, Ana; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)A utilização de dinâmicas extremas e de modos de ataque que acentuam as qualidades percussivas do piano, bem como o uso de mudanças bruscas de intensidade e de registo, caracterizam uma boa parte da produção musical para piano a partir da segunda metade do século XX (Caillet, 2007). Não raramente se encontram, nesse repertório, dinâmicas que vão do pppp ao ffff, e até uma utilização sustentada de violência extrema que se manifesta na repetição de notas, de acordes, de clusters, ou outras formas de escrita musical que acentuam as nuances de fortissimo. Ora, do ponto de vista da saúde física do pianista, sabemos que um esforço muscular de tipo repetitivo pode conduzir a lesões potencialmente graves, e que a promoção de um “movimento de qualidade” deverá, ao invés, promover um desempenho que seja “livre, expressivo e seguro” (Mark, 2003, p. 05). Numerosas fontes sobre técnica pianística propõem soluções para o conjunto dos problemas colocados pelo repertório pianístico canónico, que se estende da segunda metade do século XVIII às primeiras décadas do século XX, mas até as fontes mais recentes têm como base repertórios desfasados do nosso tempo cronológico (Chiantore, 2019, pp. 700-702). Deste modo, tomando como ponto de partida as questões consensuais da técnica pianística, e apoiando-me igualmente na minha própria experiência prática de intérprete que se consagra à música para piano do nosso tempo, proponho um itinerário através de diversas obras que apelam a nuances extremas, a partir das quais traçarei um repertório de movimentos que me permitiram gerir esses repertórios sem lesões ao longo de uma carreira de mais de duas décadas. ABSTRACT The use of extreme dynamics and modes of attack emphasizing the percussive qualities of the piano, as well as abrupt changes in intensity and registers characterize much of the piano music written in the second half of the 20th century (Caillet, 2007). It is not rare to find, in this repertoire, dynamics ranging from pppp to ffff, and even a sustained use of extreme violence which manifests itself in the repetition of notes, chords, clusters or other forms of writing emphasizing fortissimo nuances. However, from the point of view of the pianist’s physical well-being, we know that a repetitive muscular effort can generate potentially serious injuries, and that the promotion of a “quality movement” may, on the contrary, promote a “free, expressive and secure” performance (Mark, 2003, p. 5). Several works on piano technique offer solutions to most of the problems posed by the performance of standard piano repertoire, which spanned from the second half of the 18th century through the first decades of the 20th century, being based mainly on repertoires which are out of phase with our chronological time (Chiantore, 2019, pp. 700-702). Thus, taking major consensual issues of piano technique as a starting point, and relying equally on my own practical experience as a performer devoted to the piano music of our time, I propose an itinerary through different works calling upon extreme dynamic nuances, from which I will draw a repertoire of movements that have allowed me to manage these repertoires without injury in course of a career spanning over more than two decades.
