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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A Musicologia portuguesa tem dedicado, desde há muito
tempo, particular atenção à personalidade de D. João V (1707-
-1750) bem como à música, sacra e profana, tal como se fez
na corte deste mesmo monarca. É estranho, no entanto, que
as observações de F. M. Sousa Viterbo feitas nos anos de 1915
e 1932 (^) relativas ao poeta, compositor e impressor Jaymc
de Ia Té y Sagáu, personagem importante da vida literario--artística ao redor da corte Joanina, muito pouco eco tenham
encontrado, até hoje. M. de Sampayo Ribeiro reproduziu,
em 1952, os títulos de algumas colectâneas de cantatas de Té
y Sagáu e indicou o paradeiro delas numa altura em que
falava da edição das «Cantatas humanas a solo» de Emanuele
d'Astorga que Té y Sagáu fez sair à luz na sua «imprenta de
música» de Lisboa no ano de 1726 (^).Enciclopédias portuguesas e espanholas dedicaram, até
agora, muito pouca atenção a Té y Sagáu (^). No The New
Groves Dictionary of Mtisic and Musicians, R. Stevenson
(vol. 18, p. 711) reuniu todas as informações dispersas relativamente
à vida de Té y Sagáu, reproduzindo, no entanto,
as indicações de Vieira (1900) na sua deficiente forma no
que diz respeito às composições conservadas.
Descrição
pp. 141-183
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
