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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Este artigo propõe uma pequena reflexão acerca das Capelas dos Ossos em Portugal como símbolos de um particular Património Macabro que domina sobretudo o Sul de Portugal. Estas capelas radicam de uma atitude diante da morte própria da cultura barroca que podemos situar entre os séculos XVI e XVIII. Com um breve enquadramento filosófico e contextual daremos um especial enfoque à Capela dos Ossos de Évora, o caso mais paradigmático e antigo, mostrando como a consciência da vanitas nas capelas em jeito de Memento Mori, concorriam com uma estetização da morte, numa sociedade que tendia mais para a fé do que para a razão, em particular o caso português onde a Inquisição e o pós Concílio de Trento deu à Religião um enorme poder e influência na vida dos fiéis, contribuindo tanto para um fascínio pelo horror ou um gosto pelo macabro como para uma certa medievalização da cultura artística.
Descrição
UID/HIS/04666/2013
Palavras-chave
General Arts and Humanities
Contexto Educativo
Citação
Editora
Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA) - Pólo do Instituto Politécnico de Leiria
