| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 193.5 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Tomando como estudo de caso a monografia de Sharon Hutchinson sobre os nuer, o presente artigo explora os quiproquós do diálogo entre a antropologia contemporânea e os clássicos, procurando detetar certas genealogias invisíveis que remontam aos funcionalistas britânicos, e nomeadamente a Evans-Pritchard. Procede a um esbatimento de certas oposições explícitas entre o presente e o passado da antropologia, revelando que as noções clássicas perpassam de forma subterrânea o discurso daqueles que dizem rejeitá-las e que muitas das preocupações atuais já tinham expressão nas etnografias modernas. É demonstrado que as abordagens estáticas – como a de Evans-Pritchard – tinham uma componente histórica e que a antropologia social britânica teve as suas respostas teóricas e metodológicas para as transformações dos contextos africanos sob domínio colonial.
Descrição
Etnográfica, V. 15, N. 2, pp. 337-360.
Palavras-chave
Nuer colonialismo história da antropologia Sharon Hutchinson funcionalismo Evans-Pritchard
Contexto Educativo
Citação
Editora
CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia
