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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O artigo apresente dois argumentos principais em defesa do Museu de Arte Popular (Lisboa). O primeiro diz que, num quadro em que tudo se tornou susceptível de patrimonialização, faz todo o sentido encarar o MAP como um património que deve ser defendido ou como um museu que deve ser musealizado. O segundo argumento diz que, num quadro em que as culturas populares têm vindo a ser reformatadas a partir de ideias como a hibridez e a criatividade, faz todo o sentido dinamizar o MAP, fazendo dele uma plataforma de diálogo com essas novas formas da cultura popular.
Descrição
Etnográfica, vol. 13, N. 2, pp. 467-480
Palavras-chave
Arte Popular Museologia Patrimonialização
Contexto Educativo
Citação
Editora
CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia
