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In oboedientia, sine proprio, et in castitate, sub clausura: a ordem de Santa Clara em Portugal (séc. xiii-xiv)

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Resumo(s)

A minha investigação debruça-se sobre a Ordem de Santa Clara em Portugal, apresentando a fundação e a vida dos seus mosteiros, ao longo dos séculos XIII e XIV. Assim, preocupam-me a instituição e os processos usados para implementar as primeiras comunidades, a forma como vivem a regra e expressam a sua fé. Mas, para sobreviver um mosteiro feminino tem de possuir um património - gerido em comum - e formado pela dotação inicial dos fundadores e pelos bens dos benfeitores e de todas aquelas que ingressam nos conventos. Importa ainda captar a protecção dos poderosos e o desenvolvimento de redes clientelares, que transformam o mosteiro num centro de poder, organizador da vida e distribuidor de graças e benefícios. O monaquismo feminino assume, assim, um papel activo na sociedade e contribui para uma leitura interpretativa do fenómeno religioso na medievalidade.

Descrição

Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em História (Especialidade em História Económica e Social Medieval)

Palavras-chave

Mosteiro Convento Claustro Monacato feminino Clarissas Fundação História das mulheres Espiritualidade feminina Ordens religiosas Franciscanos Regras monásticas

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

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