| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 7.26 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Quando no ano lectivo de 1975/76, começámos, num dos
cursos de apôs-graduação, o ensino de Antropologia Cultural
na Universidade Nova de Lisboa, muitos dos alunos ficaram
deveras surpreendidos com o nosso estilo de linguagem e,
particularmente, com a natureza das analogias de tipo transdisciplinar
que empregávamos para explicar determinados
fenômenos ou factos sociais e culturais. Era corrente, durante
as sessões de trabalho, referirmo-nos a expressões ou noções
de Etologia, da Biologia moderna, da Termodinâmica, da Física
e da Química Modernas, da Cibernética, das Matemáticas
modernas, tais como os cálculos integral, matricial e dístribucíonal,
teoria dos números, etc, da mecânica estatística e
da quântica, da teoria e da dinâmica dos sistemas, da Psicologia
das condutas ou dos comportamentos, enfim, quase
que tocávamos todas as ciências e muita gente pensou que
marginalizávamos o ramo da nossa especialidade.
Descrição
Revista da FCSH, N.1, 1980, pp. 235-243
