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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente artigo procura examinar a equação “povo-ruralidade” no quadro da transição democrática portuguesa, tomando como corpo empírico as Campanhas de Dinamização Cultural e Acção Cívica do Movimento das Forças Armadas (1974-1975). Procurando contrariar a versão folclórica do país promovida pelo Estado Novo, os protagonistas desta iniciativa constroem um campo discursivo paradoxal, onde se entretecem conceitos como cultura, tradição, subdesenvolvimento, descentralização e cidadania.
Descrição
Etnográfica, V. 11, N. 1, p. 115-139
Palavras-chave
camponeses cultura popular revolução Movimento das Forças Armadas
Contexto Educativo
Citação
Editora
CEAS / CRIA
